As Mulheres guineenses de diferentes partidos políticos e das organizações da sociedade civil juntaram-se, esta segunda-feira (19), em Bissau, numa acção de formação realizada pela comissão especializada permanente da mulher e criança da Assembleia Nacional Popular (ANP)

O seminário pretende capacitar as mulheres no domínio da liderança e ainda promover e sensibilizar os partidos políticos sobre a participação política das mulheres.

A cerimónia de abertura foi presidida pelo presidente interino da Comissão Nacional de Eleições (CNE), José Pedro Santos, que afirma que o tema escolhido é importante quanto imprescindível, que se inscreve, essencialmente, na adopção de estratégias claras que possam sustentar as políticas globais das diferentes dimensões publico privado das mulheres.

“Estou certo e convicto de que este seminário vai servir de elemento catalisador para promoção e valorização progressiva da mulher na sua justa luta para afirmação e assunção plena dos seus direito inalienáveis quebrando assim o estados do machismo”, assegura.

Já Martina Morreira Moniz, presidente da comissão especializada permanente da mulher e criança da ANP, realça a importância do papel das mulheres da Guiné-Bissau desde as primeiras resistências da ocupação estrangeira.

Para o representante adjunto do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no país, Gabriel D’Alva, para falar da liderança feminina no país seria obrigado a recuar na história da Guiné-Bissau e do seu povo “onde encontram-se nos seus diferentes momentos, coragem, dedicação e determinação que marcaram este país, desde a resistência pela independência até a luta pelo desenvolvimento económico e social que continua actual”.

“As mulheres devem ser respeitadas nas suas diferenças e é enfase nas diferenças que se advoga a sua maior representação na política, e essa advocacia não deve ser apenas pela presença das mulheres, mas também pela valorização da liderança feminina e incorporação de valores femininos”, defende.

A acção de formação insere no quadro da execução do plano de actividade da comissão especializada permanente da mulher e criança da ANP e foi financiada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Anézia Tavares Gomes

 

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