A chefe de missão de informação pré-eleitoral da CEDEAO pediu aos órgãos de comunicação social a usarem linguagem que previnam violência eleitoral durante as eleições de 24 de Novembro.

Maria do Rosário Gonçalves que também é presidente da Comissão Nacional de Eleições de Cabo-verde fez o pedido esta sexta-feira (23/8) durante o encontro com os órgãos de comunicação social, naquilo que é o último dia de trabalho da missão no país.

“ Imparcialidade na cobertura. É preciso também que reforcem a questão de educação cívica neutra e imparcial e principalmente apartidário para conseguir transmitir informações politica e principalmente usarem a linguagem que previne a violência eleitoral”, diz para depois avançar que que “ é necessário conteúdos neutros em termos de questões culturais, etnia e religião relativamente a cada candidato. É preciso terem a noção de que os órgãos de comunicação social são muito importantes e entram em casa de toda a gente, portanto pode criar um grande foco de conflito eleitoral”.

Por outro lado, sublinhou que a comunicação social guineense “ pode fazer com que essas eleições sejam de grande qualidade levando informações a todos os cidadãos de forma neutra, imparcial e educando os eleitores a participarem. Todas as preocupações estão anotadas (pela missão de informação pré-eleitoral) e vamos fazer reflectir porque a questão financeira é fundamental. Encontrar uma nova forma de financiar a cobertura jornalística na Guiné-Bissau, é uma prioridade”, sublinhou a chefe de missão.

Entretanto, director de Rádio Sol Mansi Casimiro Cajucan disse ter mostrado a missão a necessidade de apoiar financeiramente os órgãos de comunicação social principalmente nas eleições que se avizinha.

“ Explicamos a missão os trabalhos que temos estado a fazer e sobretudo os trabalhos feitos durante as eleições legislativas de março último e o que estamos a planear fazer para as presidenciais. Mas a CEDEAO percebeu que é preciso apoiar órgãos de comunicação social tanto do ponto de vista de formação assim como financeiro porque o estado não subvenciona os órgãos” afirma para depois avançar que “ mostramos igualmente a necessidade de apoiar financeiramente os órgãos de comunicação para melhor fazer seus trabalhos evitando de boleis de partidos políticos que muitas vezes belisca a imagem dos media. Esperamos que haja novidade para podermos fazer um trabalho que assenta no código deontológico e ética profissional que vai sobretudo na linha do livro de estilo da nossa rádio”, justificou.

A missão que se encontra no país desde passada segunda-feira, manteve igualmente encontros com o presidente da Comissão Nacional de Eleições, Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral e partidos políticos com assento parlamentar.

Por: Nautaran Marcos Có

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