O director-geral dos Serviços Prisionais disse esta quarta-feira (16 de Maio) que o país precisa de prisões de qualidades para reinserção dos detidos na sociedade.

A preocupação tornada pública durante a visita do ministro da Justiça ao centro de detenção da polícia Judiciária em Bandim.

Segundo, o director-geral dos Serviços Prisionais, Lino Leal da Silva, a Guiné-Bissau precisa de prisão de raiz que tem qualidade mínima como a comunidade internacional recomenda e na base do respeito de direitos humanos.

Lino Leal afirmou por outro lado que a guarda prisional não tem nada para concretização da missão que foi incumbido tendo em conta o aumento de criminalidade no país.

"É imediato, urgente. O crime está a aumentar e ainda ontem recebemos 43 pessoas e não temos espaço e, é preciso resolver os problemas que existem” diz.

Para, o ministro da Justiça, Iaia Djalo, a visita enquadra-se dentro da preocupação do executivo a fim de melhorar as condições necessários para a vivência humana das pessoas nas prisões.

"Esta visita enquadra-se nas preocupações e prioridades do Governo em relação ao respeito escrupuloso pelos direitos humanos. Viemos cá para constatar ‘in loco' as condições em que os prisioneiros vivem e sabemos que há grandes dificuldades porque as celas são pequenas e aglomeração de pessoas não permite um grande conforto", afirmou o ministro.

De acordo com a direcção-geral dos Serviços Prisionais encontram-se nas prisões 106 detidos numa condição difíceis chegando as celas a serem partilhadas por 40 pessoas.        

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