O Ministério Público decidiu, arquivar o processo “arroz de povo” que envolvia o antigo ministro da agricultura, Nicolau dos Santos, devido insuficiência de indícios.

Em reacção esta manha aos microfones da radio sol Mansi, Nicolau dos Santos, diz que esta satisfeito, uma vez que prevaleceu a justiça em relação ao ocorrido

“O que falou ao mais alto é a justiça, eu tinha a certeza que um dia a verdade viáa atona como acabaram de ver, portanto é o motivo de grande satisfação porque eu sou político, dono da família e responsável neste país e não é num dia para outro que alguém vai conseguir denegrir a minha imagem. É muita pena o que aconteceu na altura, mas o mais importante é que a Guiné-Bissau é um estado de direito e a justiça tem que prevalecer”, diz para acrescentar que “eu sempre estava confiante de que o que estava a ser veiculado não correspondia a verdade”.    

Sobre o assunto a rádio Sol Mansi ouviu o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Augusto Mário da Silva, que afirma, que o despacho constituiu grande surpresa, uma vez que há evidência em relação ao processo.

“Este despacho se é verdade, será uma grande surpresa para nós [LGDH], devido as evidências existente em relação a este processo. Há declarações feitas e provas matérias recolhido na altura pela Policia Judiciaria e quando o Ministério Publico afirma que não há indícios de facto, constituiu uma grande surpresa para nós”, manifestou o activista.

O responsável disse por outro lado que “se o país continua a ter magistrados poucos sensíveis com os valores da justiça e paz social, isso poderá motivar as pessoas a fazerem justiça com as suas próprias mãos o que não é admissível, por isso, é urgente trabalhar neste sentido”, alertou.

No ano passado, segundo a PJ toneladas de arroz de ajuda humanitária chinesa foram desviadas alegadamente pelo ministro da Agricultura e por um conselheiro presidencial.

A operação desencadeou uma guerra entre a Policia Judiciaria (PJ) e o Ministério Público (MP), que ordenou a devolução dos 800 sacos de 50 quilos de arroz recuperados na fazenda do Nicolau dos Santos, e tendo instaurado processos contra os agentes envolvidos na busca e apreensão por terem excedido o âmbito do mandado emitido.

Ordem que a directora da PJ na altura, Filomena Lopes, recusou cumprir e tentamos esta manha entrar em contacto com ela mais sem sucesso porque segundo as informações está ausente do país.

Por: Braima Sigá

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