A Liga Guineense dos Direitos Humanos reage a “confirmação oficial” de tentativas de instrumentalização das forças de defesa e segurança, como arma de arremesso político, para a execução de decretos presidenciais manifestamente “ilegais” e “absurdos” tornadas públicas, ontem (08), pelo Presidente da República (PR) cessante, José Mário Vaz

Para a liga os discursos do PR cessante, num comício popular, consubstanciam numa afronta a democracia e valores que o enformam.

“Nos últimos anos, as forças de defesa e segurança assumiram posturas de neutralidade face as disputas político partidárias, provando o carácter republicano que lhe é inerente, apesar de várias tentativas de as implicarem na definição do rumo político do país”, lê-se na mesma nota.

Para a Liga que zela pelo respeito dos Direitos Humanos, é triste, vergonhoso e lamentável acompanhar a “confissão pública de pressões indevidamente exercidas” contra as forças de defesa e segurança da parte de quem tem a obrigação constitucional de apoiar e incentivar as suas completas submissões aos ditames da lei.

No comunicado da Liga, elogia a lealdade, a coragem e compromisso com o país e as suas instituições democráticas, demostrado pelas forças de defesa e segurança.

O PR cessante está no interior do país para pedir votos aos populares com vista a sua recandidatura na Presidência da República. Ontem (02), disse que o país continua sob ameaça de guerra e afirma que as forças de segurança e de defesa estão em lados opostos no cumprimento das ordens dadas depois da reunião de conselho de defesa.

Mário Vaz sustenta que apesar disso vai trabalhar para que nunca mais haja guerra no país.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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