A juventude dos quatro partidos políticos signatários de acordo de incidência parlamentar reivindicou hoje (14 de Maio) através duma marcha pacífica, a nomeação do novo primeiro-ministro tendo em conta os resultados de eleição legislativa de 10 de Março.

A marcha teve início no espaço verde de bairro ajuda e culminou na praça dos mártires de pinjiguite com um comício popular.

Na ocasião, presidente de Juventude Africana Amílcar Cabral, (JAAC) Dionísio Pereira afirmou que não pode existir negociações na nomeação do governo “mas sim cumprimento das leis vigentes no país”.

“ O objectivo da marcha é para exigir do presidente da República a nomeação do novo primeiro-ministro porque povo votou no PAIGC para ver resolvida os problemas de saúde, educação, economia e função pública mas José Mário Vaz até hoje não acordou para essa realidade”, diz para depois afirmar que “ não pode existir nenhuma negociação para a nomeação do governo porque o país não está no regime de transição”.

Por sua vez, presidente de juventude de Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) Paulo da Silva exigiu a nomeação de Domingos Simões Pereira tendo em conta os resultados eleitorais.

“ A Guiné-Bissau não tem estado soberano. É lamentável para nós, um conselheiro de chefe de estado assumir publicamente que dita as decisões ao presidente da República. Mas perante todo esse cenário, exigimos ao José Mário Vaz que nomeie Domingos Simões Pereira como próximo primeiro-ministro do país”, exigiu.

Entretanto, representante de jovens de União para a mudança Mustafa Fati sublinhou que a nomeação de novo primeiro-ministro não tem nada a ver com a escolha dos membros de mesa de Assembleia Nacional Popular. “ Exigimos a nomeação imediata sem condições, de novo primeiro-ministro a ser indicado pelo PAIGC como partido mais votado na eleição legislativa de 10 de Março”.

Cesário Baio da juventude de Partido Nova Democracia disse que o país se encontra num estado crítico com a paralisação da função pública. “ Tudo isso por falta da nomeação do governo legítimo saído das urnas”.

Durante a marcha, os manifestantes exibiram dísticos com dizeres como “ o povo decidiu o caminho da estabilidade política nas urnas”.

Quase dois meses depois das eleições legislativas, a 10 de Março, o Presidente da República, José Mário Vaz, ainda não ouviu os partidos com assento parlamentar, nem indigitou o futuro primeiro-ministro.

Por: Nautaran Marcos Có

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