O presidente da República, José Mário Vaz, reuniu hoje (6 de Março) os directores dos bancos do país e a representação da CEDEAO para se inteirar da aplicação das medidas económicas, impostas a 19 personalidades guineenses, pela organização sub-regional.

Dos 5 bancos existentes no país, apenas o Banco da África Ocidental (BAO), está a aplicar inteiramente as sanções económicas impostas a 19 personalidades guineense, os restantes dizem aguardar uma decisão a mais alta instância apesar de reconhecerem uma vigilância em todas as movimentações bancárias dos visados.

O encontro convocado pelo presidente república surge numa altura em que algumas pessoas visadas viram as suas contas congeladas pela aplicação das sanções, declarou Rómulo Pires, Director geral do BAO, a saída da reunião com José Mário Vaz.

«O presidente convidou-nos, os directores gerais dos bancos em separadamente, para nos transmitir a preocupação que tem sobre nomeadamente aplicação das sanções, porque houve grupo de pessoas que foram sancionado e que manifestaram alguma preocupação sobre a impossibilidade que têm hoje de movimentar as suas contas», explica Rômulo Pires.

O encontro contou também com a presença do ministro das finanças do governo demissionário que disse que o presidente da República, quer saber das diligências do ministério das finanças sobre o assunto, e em resposta o ministro das finanças, João Aladji Fadia, afirma que “apesar das finanças ter recebido a nota da CEDEAO, não pode fazer nada porque o processo é tratado directamente entre a direcção da CEDEAO com os Bancos”.

«19 dos nossos concidadãos sancionados, alguns deles viram as suas contas congeladas no sistema bancário e na sequencia disso, o presidente da República solicitou algumas explicações sobre o assunto. Recebemos a nota da CEDEAO, mais não podíamos fazer nada e não fizemos nada, se há congelamento das contas, foi tratado directamente entre a representação da CEDEAO e os bancos, o ministério das finanças não interferiu neste processo»

José Mário Vaz reuniu com a representação da CEDEAO que a saída não foi prestado nenhuma declaração a imprensa.

Por: Amadi Djuf Djaló

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