O Capitão dos Portos da Guiné-Bissau adverte que neste momento apenas é permitida a circulação das pirogas de transportes apenas em casos de emergência

A decisão foi tomada em consequência de ventos fortes e nuvens de poeira que se registam nos últimos dias na Guiné-Bissau e este facto está a ter consequências negativas no mar. Na última sexta-feira, duas embarcações se perderam no mar e foi preciso a intervenção da capitania, no entanto, uma embarcação foi resgatada depois de 2 dias ao relento no mar.

Em entrevista à Rádio sol Mansi, hoje, Sigá Batista Capitão dos Portos do país, disse que a situação é preocupante, mas chama atenção do governo na necessidade de apetrechar a organização com materiais de trabalho adequado.

“Como estão a ver no porto interditamos todas as pirogas, isto é, por causa da visibilidade de poeira que não se sabe se vai em direcção à pedra ou à banca da areia, sabemos que quase todas as pirogas não têm materiais de navegação”, explica Sigá.

Na mesma entrevista á RM, Sigá Batista disse que o fenómeno que se assiste no país é natural e poderá acontecer até ao mês de Maio próximo. Siga Batista adverte que esta situação é sentida fortemente no mar.

“É um fenómeno que não podemos segurar todos os anos acontece só que em Fevereiro até Março mais acontece com frequência mais como nós dissemos vai até ao mês de Maio (…) a Guiné-Bissau é uma das portas de passagem e se somaram este fortes ventos e vimos que o mar sofre”, adverte.

Siga Batista conta-nos que as pirogas de circulação de passageiros não têm condições necessárias para a circulação e estão sem salva-vidas suficiente para a embarcação. Uma das preocupações tem a ver com a aquisição de bússola.

 

Por: Bíbia Mariza Pereira

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