A Guiné-Bissau regista com preocupação a mortalidade de várias especiais de peixes na sub-região, nomeadamente, em Mauritânia e no Senegal.

A preocupação transmitida pelo director-geral do Centro de Investigação Pesqueira Aplicada (CIPA) numa entrevista, esta quarta-feira, à Rádio Sol Mansi.

Jeremias Francisco Intchama diz que, contudo escassas informações disponíveis, neste momento exige-se o engajamento das autoridades nacionais para prevenir da situação, porque não se sabe ao certo a causa desta mortalidade.

“Já começamos a prevenir e estamos a passar informações às entidades responsáveis na protecção do ecossistema marinho”

Questionado se o facto venha acontecer no país que medida será tomada, o director-geral do CIPA afirma que para adoptar quaisquer medidas devem identificar ainda os casos.

“Neste momento não posso avançar com nada, porque para adoptar medidas é preciso conhecer nos factos. Mas estamos a prevenir para que isso não aconteça nas nossas águas mas se vier a acontecer, semelhança de outros países, faremos parte de um estudo para identificar os casos”, sustenta.

Ainda Intchama assegurou que quando se fala da mortalidade em massa dos peixes é uma ameaça à saúde humana.

“Não sabemos o que realmente está a acontecer. Quando se trata de mortalidade constitui perigo porque não se sabe o seu impacto nos peixes e qual a sua duração”, adverte.

O fenómeno na origem desta tragédia ainda não foi identificado, embora uma fonte bem informada exclua a hipótese da poluição. 

 

Por: Marcelino Iambi

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