O governo, através do ministério da Administração Pública e Modernização do Estado, criou uma comissão negocial para atender as exigências das duas centrais sindicais do país, nomeadamente, a União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) e a Confederação Geral dos Sindicatos Independente

Esta quinta-feira (11), após mais de três horas de negociação, no salão da reunião do ministério da Economia e Finanças, entre o governo e as centrais sindicais, o novo presidente da comissão negocial, Augusto Alberto, mostrou-se optimista em encontrar entendimento nos 48 pontos em revindicação entregues no princípio do Julho ao governo.

“Foi um encontro que me animou muito, é isso, temos que utilizar sempre esta arma que é o diálogo permanente de forma aberta e franco, porque todos somos guineenses. Não há nada inegociável. Estou aqui em representação do governo mas sou o técnico da administração pública e tudo o que está em reivindicação nós também vamos beneficiar, portanto é bom sentar a volta da mesa para negociar”, explica.

Já o porta-voz das duas organizações sindicais do país, José Alves Té, garantiu que o valor de 100 mil francos CFA, como salario mínimo na administração pública, não era o cavalo dos sindicatos nas suas reivindicações.

“Não era isso que é o cavalo dos sindicatos, não é que o salario mínimo tem que ser exactamente os 100 mil francos cfa. Nós o que estamos a exigir é a moralização da administração publica, não podemos ter a mesma administração pública muito criticada pela sua produção e a sua forma de entrada que nos deixa muito a desejar”, sustenta.  

Na terça-feira (09), a ministra da Administração Pública e Modernização do Estado, reuniu-se com os ministros da Economia e Finanças, da Saúde Pública, da Justiça e com o secretário de Estado da Gestão Hospitalar.

O encontro visava encontrar uma solução face ao pré-aviso de greve emitido pelas centrais sindicais, logo no primeiro de Julho.

Na próxima terça-feira (16), a comissão negocial volta a encontra-se com vista a encontrar a solução sobre as exigências encostadas no caderno reivindicativo.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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