Fundo Global. GUINÉ-BISSAU E O PNUD RENOVAM PARCERIA PARA IMPLEMENTAÇÃO DA NOVA SUBVENÇÃO DO FUNDO GLOBAL NO VALOR DE 60 MILHÕES DE EUROS

A Guiné-Bissau e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) renovam hoje a sua parceria para implementação da nova subvenção do fundo global no valor de 60 milhoes de euros

O referido valor é para o fortalecimento dos três programas do ministério da saúde, geridas pela Comissão de Coordenação Multisetorial (CCM) de Luta contra Tuberculose, Hiv-sida e paludismo, durante o periode de 2024-2026.

Presente na cerimonia do lançamento da nova subvenção, o representante do PNUD no país, José Pedrosa-Garcia considerou que o paludismo continua a ser um problema no país, sendo a oitava maior causa de morte, e bafata e gabu são as regioes mais afetada.

“ O paludismo continua sendo um problema da saúde na Guiné-Bissau sendo oitava maior causa de morte, mas eliminar o paludismo é possível.   Já estamos observando tendências encorajadoras com a prevalência de paludismo reduzida pela metade de 6% para 3% nos últimos três anos, de acordo com a recente pesquisa de Indicadores de Paludismo”, diz acrescentando que “ no entanto, o fardo do paludismo difere entre as regiões, com algumas regiõs, como Bafata e Gabu, sendo muito mais afetadas. Essas deferenças geográfica regionais devem ser levadas em considerações para otimizar a resposta nacinal e para eliminar o paludismo no país”.

Por seu lado, o ministro de saúde, Domingos Malu, pediu maior responsabilidade aos técnicos envolvidos na gestão desses fundos, levando assim a subida do ministério a uma maior performance.

“ Estamos extremamente por que o ministério da saúde pública foi selecionado como responsável principal para a gestão de fundos destinados a combate destas doenças no âmbito desta nova subvenção, mas, por outro lado, esta seleção simboliza uma grande responsabilidade para o ministério da saúde pública, daí que queremos chamar a atenção dos técnicos envolvidos diretamente na gestaão destes fundos um capítulo de maior responsabilidade para fazer o ministério subir em termos de performance”, alertou.

Mohamed Djicó, em representação da CCM afirmou que uma parte desses fundos serão afetados ao pagamento de salãrio durante dois anos, dos técnicos que foram colocados fora do sistema de saúde.

“ (..) Desta vez, vamos assumir o pagamento de salário de alguns técnicos que foram colocados fora de sistema, cujo governo não tinha capacidade de pagar, no entanto, o Fundo Mundial assumiu pagar técnicos afetos a 25 estuturas de saúde durante 2 anos, 2024-2025”, disse.

O tecnico reforçou que o programa de paludismo é o que mais consome o financiamento e o de HIV-sida constitui maior complexidade em termos de aderencia dos infetados no tratamento.

De referir que esses fundos irá permitir adquirir todos os testes e produtos de diagnosticos e tratamento e prevenção do paludismo, distribuição de redes mosquiteiros, financiamento da proxima campanha de distribuição de mosquiteiros 2026 e disponibilidade de tratamentos preventivos para grávidas em todo o país.

Por. Nautaran Marcos Có

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