FMI SATISFEITO COM DESEMPENHO ECONÓMICO DAS AUTORIDADES GUINEENSE

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considerou hoje, de satisfatório o desempenho das autoridades guineenses em relação às reformas públicas, por ter respeitado 5 dos 8 critérios quantitativos apresentados no final de março último.

“O desempenho foi satisfatório, sendo satisfeito do lado dos critérios quantitativos 5 dos 8 critérios no final de março”, diz o chefe da missão do FMI, numa conferência de imprensa conjunta foi realizada nas instalações do Ministério das Finanças, entre ele e o ministro da tutela, para anunciar o acordo alcançado entre as partes.

Na mesma ocasião, José Gijon explica que os restantes três pontos que não foram executados, fazem parte do piso das receitas fiscais, de poucos desempenhos inesperado das alfândegas e o aumento do tecto salarial.

“Os três que não foram respeitados são o piso nas receitas fiscais, por um pouco mas não foi atingido, falta de desempenho das alfândegas que foi inesperado. Também o tecto salarial foi ultrapassado, devido alguns funcionários públicos que foram suspensos depois do recenseamento feito em 2022 e que foram reintegrados mediante os recursos estatutários, e finalmente ficou outro que não foi atingido que é o piso do saldo orçamental primário, devido a pouca receitas fiscais e despesas corrente superior aos estimados”, afirmou.

A instituição financeira orientou as autoridades nacionais a adotarem as medidas corretivas adicionais, para melhorar o saldo orçamental e igualmente reduzir as dívidas, que é o objectivo fundamental do Programa Apoiado e apresentado pelo FMI.

“Devem ser tomadas medidas corretivas adicionais para melhorar o saldo orçamental e gradualmente diminuir a dívida, que é o objetivo fundamental do programa da FMI, continuando a ser essencial o apoio dos parceiros internacionais, mediante donativos e empréstimos concessionais”, concluiu.

De referir que o Fundo Monetário Internacional iniciou no passado dia 17 deste mês, a segunda Avaliação do Programa de Facilidade de Crédito Alargado com o país, acordado em janeiro deste mesmo ano cuja data de término deve ser para janeiro de 2026.

O Programa de Ajuste Financeiro estabelecido entre o FMI e a Guiné-Bissau, é no valor de 38,4 milhões de dólares (35,2 milhões de euros).

No âmbito deste programa, o país já recebeu um desembolso de 3,2 milhões de dólares (2,9 milhões de euros), em maio em curso, e um outro do mesmo valor ocorreu em janeiro passado.

Por: Braima Sigá

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