O sindicato dos Trabalhadores e Técnicos da Administração Pública e sindicato dos Trabalhadores do Serviço e Comércio afastam-se da greve convocada pela União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) acusando a direcção da central Sindical de estar a fazer de política de terra-queimada.

A posição dos dois sindicatos filiados na UNTG foi transmitida esta segunda-feira numa conferência de imprensa.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Técnicos da Administração Pública, Mário Sucuma Morais, o sindicato que lidera não vai aderir a greve uma vez que a comissão negocial da greve está ser presidida pelo sector privado.

“Decidimos que não vamos a greve marcada pela UNTG de 12 á 14 de Junho por um motivo muito simples uma vez que a comissão negocial está formada por sector privado que não adere a paralisação, por isso a nossa visão, é que a comissão deve ser presidida por um sindicato do sector da administração pública”, referiu Mário Sucuma Morais.

Sem demora o Secretário-geral da UNTG, Júlio Mendonça, reagiu desta forma aposição de Sucuma Morais.

“Percebemos que há sindicatos que não têm base e estão desconectados com a base e estruturas inclusive caducos, por isso afirmo que o estatuto da UNTG será aplicado a 100% em que todo sindicato que viola o princípio terá que pagar a pena uma vez que não será admitido os responsáveis sindicais a fazerem os trabalhos de benefícios próprios”, reagiu Júlio Mendonça.

Por sua vez, Sabana Embalo o presidente do sindicato dos Trabalhadores do Serviço e Comercio acusa a direcção da UNTG de fazer a política de terra-queimada.

“A política que está ser realizada pela UNTG é uma política da terra-queimada, o sindicalista deve conhecer o contexto do país, o Produto Interno Bruto e a massa salarial a fim de reivindicar. Sabemos que este governo tem missão de organizar as eleições e pagamento de salário por isso devemos ser realistas”, sustenta Sabana Embalo.

O secretário-geral da UNTG, Júlio Mendonça, disse por seu turno não perceber o conceito da política da terra queimada que o sindicato do comércio acusa a UNTG porque segundo disse, “ a luta que estão a fazer não é contra ninguém mas sim para o bem-estar dos servidores públicos”.

“Não percebemos o conceito da terra-queimada que o sindicato nos acusa de fazer mas afirmo-vos que `um sindicalista deve ser actualizado não deve ser um simples aventureiro`, é uma palhaçada por isso esses sindicalistas devem assumir as suas responsabilidades perante os servidores públicas”, atirou o secretário-geral da UNTG.

A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné projecta para terça-feira iniciar uma greve de três dias na função pública para exigir do governo o reajuste salarial facto que o sindicato dos Trabalhadores e Técnicos da Administração Pública e sindicato dos Trabalhadores do Serviço e Comercio desmarcaram.

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