“A Guiné-Bissau de Amílcar Cabral- sonho perdido ou esperança”, foi o tema em debate hoje na universidade Colinas de Boé, para comemorar os 50 anos da morte do fundador da nacionalidade guineense.

Durante o debate foram integrados diferentes participantes que falaram da ideologia de luta de libertação de Amílcar Cabral, intercalado com a poesia e dança tradicional.

Após o encontro, Alfredo Handem, um dos participantes do Djumbai, disse que a liderança de Cabral é da liderança que pode pôr a Guiné-Bissau está noutro patamar.

“A liderança de Cabral é uma liderança que pode pôr a Guiné-Bissau noutro patamar, infelizmente hoje a muitas coisas que estamos a viver na Guiné é oposto da visão de Cabral”

Huco Monteiro, um dos organizadores do evento, afirma que atualmente estamos num processo de reconstrução, e com um país fragmentado e em risco de não encontrar o seu caminho, e “se Amílcar não tivesse sido assassinado, nós teríamos uma orientação, teríamos um guia e teríamos um diplomata que pudesse abrir porta com ferro durante a luta de libertação nacional, procurar apoio, teremos um guia que soubesse utilizar e formar governos capazes de aplicar correctamente os recursos que são postas a disposição do nosso país para o desenvolvimento”.

Por outro lado, Edson Incopté, também dos membros e responsável da academia Ubunto na Guiné-Bissau, disse que os 50 anos de assassinato de Amílcar Cabral têm a ver com a atualidade de pensamento e da visão de Cabral.

“A principal interpelação que este 50 anos faz os guineenses tem que ver com a actualidade de pensamento de Cabral, actualidade da visão de Cabral para a Guiné-Bissau e para a sociedade guineense e para o mundo, Cabral é unanime hoje que ele sempre andou muito em frente do seu tempo, e por isso acabamos por constatar que o seu pensamento a sua visão é ainda muito actual para realidade da Guiné-Bissau, nós ainda quase que diria e podemos ir buscar todo ao seu pensamento para encontrarmos esse melhor caminho para a Guiné-Bissau e para o desenvolvimento da Guiné-Bissau e para bem-estar do guineense em geral”.

Ainda sobre esta data, hoje, O Movimento para Alternância Democrática MADEM G-15 promete continuar com os planos de Amílcar Lopes Cabal fundador da Nacionalidade Guineense e Cabo-verde

A promessa foi feita, esta sexta-feira, pela Vice-presidente Movimento para Alternância Democrática, Adja Satú Camara, no acto da abertura do Simpósio de Amílcar Cabral, Sob o Lema: “Amílcar Cabral, a hora é de ação, não de palavras”, que se enquadra das celebrações do dia 20 de janeiro de 1973, data de assassinato do fundador da nacionalidade guineense, Amílcar Lopes Cabral.

Satú Camara disse ainda que vão continuar a trabalhar para que o MADEM G15 se transforme num partido político.

Adja Satú Camara relva que a morte de fundador da Nacionalidade Guiné e Cabo-verde tem a ver com a falta da União e Contradição interna e por isso pede a união no seio do MADEM G-15

De referir que o fundador da Nacionalidade Guineense e Cabo-verdiana Amílcar Cabral foi assassinada em 20 de Janeiro de 1973 em Conacri. Cabral igualmente é o fundador e o militante número 1 do PAIGC.

 

Por: Bíbia Mariza Pereira / Turé da Silva

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