O Secretário de Estado do Orçamento e Assuntos Fiscais disse, hoje, que a Guiné-Bissau ainda tem muito a fazer para melhorar a taxa da execução da União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA).

José Carlos Varela Casimiro que falava aos jornalistas após a abertura da 6ª reunião anual de revisão das reformas, políticas e projectos da comunidade da UEMOA na Guiné-Bissau, diz que em 2018 a taxa da execução atingiu 44%, superior em relação ao ano 2017.

“Em 2018, a taxa da execução das reformas, programas e projectos da UEMOA atingiu 44%, que é uma taxa superior em relação ao ano 201. Há perspectiva, há muito trabalho a fazer, ainda é preciso de facto melhorar a taxa de execução, porque a média a nível dos países da UEMOA é de cerca 74 %, e isso, passa necessariamente pela assunção da parte política, também do desempenho dos nossos técnicos no sentido de acelerar a transposição dos textos comunitários e avançar com a sua implementação a nível do país”, propõe o governante.

Já o representante residente da comissão da UEMOA na Guiné-Bissau, Bertin Felix Comlanvi, disse que o encontro é ocasião para avaliar “os esforços” que o país efectuou durante o ano 2019.

Ora, é esperado que o país regista progressos significativo neste ano em relação ao ano transacto. Na revisão realizada em 2019, registaram-se progressos significativos na transposição e aplicação de reformas comunitárias.

O desempenho registado pela Guiné-Bissau na altura revela uma taxa média de implementação de reformas de 43,9% em 2018, contra 38,7% em 2017, um aumento de mais de 5,2 pontos.

Por: Braima Sigá

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