O Ministro da Administração Territorial e Poder Local elogiou, ontem (06), os trabalhos dos técnicos da saúde e a força da segurança junto aos postos fronteiriços com a vizinha Senegal

Em jeito do balanço do percurso feito, em alguns postos fronteiriços da zona norte do país e o sul do Senegal, onde fez-se acompanhar da secretaria do Estado da Gestão Hospitalar e do Plano e Integração Regional, para enterrar dos trabalhos que as autoridades junto aos postos fronteiriços estão a fazer sobre o cumprimento do estado de emergência, sensibilização sobre coronavírus aos que vivem nestas zonas e ainda que culminou com a distribuição de alguns matérias higiénicas e de protecção aos agentes nos postos, Fernando Dias reconheceu a colaboração entre as entidades que se encontram nestas localidade.

“Há uma forte colaboração e o nível da sensibilização está ao alto nível e reconhecemos isso, não obstante, falta de matérias que sempre tem sido invocada em diferentes zonas que já visitamos, mas o mais importante neste processo é a sensibilização e pelo visto e o que ouvimos compreendemos que a comunidades locais estão a acatar as orientações. E o que nos motiva bastante é a colaboração entre as entidades [força de defesa e segurança, agentes de saúde, administração local e individualidades], e isto, nos deixa um pouco a vontade de que as medidas estão a ser compridas”.

Em relação a interacção entre os dois povos «guineense e senegalês» onde em algumas zonas pouco quilómetro que lhes separam, e que ainda outrora constitui preocupação para os agentes dos postos transfronteiriços, a secretaria do Estado do Plano e Integração Regional, Mónica Buaro, pede a compreensão face ao período da pandemia.

“Infelizmente, no momento em que estamos somos obrigados a ser privado deste direito de enterração. E espero que todos compreendam a situação e o mais importante neste momento é prevenir, porque todos nós sabemos das fragilidade do nosso país”  

O número de infecção por coronavírus está a aumentar drasticamente no país. Até ontem eram 18 casos oficialmente confirmados, em menos de 24 horas o caso passou para 33. O facto preocupa autoridades sanitárias que chamam atenção à população no sentido de prevenir porque temem que, em caso de pessoas contaminadas vierem a apresentar estado de saúde grave, haverá mortes porque a Guiné-Bissau não em condições necessárias para tratar pacientes com ventilação mecânica.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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