O embaixador da República Popular da China no país, Jin Hongjun, reafirma que a área de saúde continua a ser fundamental na cooperação com a Guiné-Bissau

O diplomata chinês falava, esta quinta-feira (09), depois do encontro com o chefe de Estado guineense, José Mário Vaz. Em cima da mesa estava o evoluir da operação gratuita de catarata que a equipa medica Chinesa denominada “viagem de caridade” realiza, neste momento, no país.

Para Jin a escolha foi feita na sequência das “preocupações” das autoridades guineenses em relação a promoção da saúde pública.

“Vamos voltar a mandar as equipas chinesas como aconteceu a quando do surgimento da Ébola. Além de manter aqui uma equipa médica chinesa permanente, desta vez, vamos continuar no esforço de trazer mais equipas médicas chinesas quando necessário e conforme as capacidades económicas que a parte chinesa dispõe”, promete.

Por outro lado, Jin diz que a equipa medica Chinesa, que se encontra pela primeira vez na sub-região e nos PALOP, conseguiu realizar com sucessos os trabalhos operando mais de duas centenas de pessoas.

“A equipa que esteve aqui durante doze (12) dias conseguiu fazer exames em mais de 400 doentes oriundos de quase toda a Guiné-Bissau e chegaram a fazer 216 cirurgias e todas decorreram com grande sucesso e além disso todos os equipamentos que trouxemos da China vamos doar ao governo da Guiné-Bissau que ronda mais de 165 milhões de francos cfa. Durante os doze dias conseguimos formar técnicos nacionais que já podem continuar a resolver o problema dos doentes que sofrem de cataratas na Guiné-Bissau”, explica.

Apoio às eleições

Entretanto, na mesma ocasião, interrogada se a República da China já recebeu o convite para apoiar as eleições legislativas de 18 de Novembro, o embaixador Chinês confirma que o seu país já entregou ao Estado guineense “uma pequena parte” mas em termos de materiais.

“Espero que possamos, dentro das nossas capacidades, poder satisfazer uma outra parte dos pedidos. Vamos continuar a ajuda”, promete.

As eleições legislativas estão marcadas para daqui a pouco mais de três meses e o processo de recenseamento começa a 23 de Agosto corrente e o governo ainda continua a carecer de kits desejados para o processo. Enquanto isto os partidos políticos estão a acusar uns aos outros pelo não interesse no cumprimento do calendário eleitoral.

 

Por: Elisangila Raisa dos Santos / Braima Siga

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