O secretário Executivo da Associação dos Amigos da Criança (AMIC) denunciou o aumento de casos de violências, casamento forçado e precoce assim como de prostituição no país devido a pandemia de Covid19.

Laudelino Medina falava durante a cerimónia de distribuição de cesta básica às 20 Crianças vítimas de violências baseada no género acolhidos no centro desta organização não-governamental assim como 20 mulheres em situação de vulnerabilidade da comunidade do bairro de enterramento.

“O país e as suas instituições judiciais devem estar atento uma vez que todas as semanas recebemos várias denúncias sobretudo neste momento de confinamento devido a pandemia do covid-19 em que a violências tem aumentando, caso de casamento forçado e precoce e prostituição está ser praticado de um forma dissimulada”, alertou Secretario executivo da AMIC.

Contudo os números das denúncias têm vindo aumentar sobre as más práticas e AMIC pediu a celeridade dos casos denunciados de abusos e violência baseada no género no ministério público.

“Nos últimos tempos tem vindo aumentar as denúncias o que consideramos de positivos mas cabe complementaridade das organizações e polícias fazerem seus trabalhos enquanto os casos ficam no ministério público por muito tempo”, advertiu Laudelino Medina.  

Medina falou de 63 crianças guineenses que se encontram no Senegal num estado da vulnerabilidade e que aguarda as suas repatriação para o país.

“Neste momento está cerca de 63 crianças guineenses que foram retirados de ruas na cidade de senegal em situação de vulnerabilidade e neste momento se encontram acolhidas no centro do estado senegalesa conhecido por kidé por isso estamos a trabalhar para retorno destas crianças ao país”, referiu Secretario executivo da Associação dos Amigos da Criança.

A Polícia Judiciária (PJ) tinha interceptado em 2019, em Marrocos seis (6) raparigas guineenses que estavam a ser levadas para um país asiático para prostituição como tinha denunciado AMIC.

Por: Marcelino Iambi

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