O Presidente da República da Guiné-Bissau aponta o ano 2016 como o ano de produção do arroz no país, num processo onde o próprio conta estar na linha da frente.

José Mário Vaz, em referência à política adotada pelo Senegal para a produção de arroz, que o ano passado atingiu 413 mil toneladas do cereal, diz acreditar que com a condição possuída em termos naturais, a Guiné-Bissau poderá conseguir até melhores resultados que o país vizinho.

O chefe de Estado disse que a Guiné-Bissau deve "resolver o problema" da auto-suficiência alimentar nesse sector, prometendo trabalhar para atingir esse objetivo.

"Agora vou trabalhar de segunda a quinta-feira no meu gabinete e sexta, sábado e domingo vou passar esse tempo, de fato, a trabalhar no campo. Temos que resolver o problema do arroz, neste momento. Temos que dar de comer à nossa população", afirmou.

Garantiu que vai abordar com o primeiro-ministro, Carlos Correia, a melhor forma de superar o desafio de reduzir o défice de produção de arroz na Guiné-Bissau.

José Mário Vaz falava esta quarta-feira, aquando da sua chegada ao país, depois de ter participado na Cimeira do Clima de Paris (COP21), e da Cimeira China/África (FOCAC), que decorreu em Joanesburgo, capital da África do Sul, de 4 a 5 de dezembro.

O Presidente da República anunciou ainda a intenção do rei de Marrocos em construir um hotel de 110 quartos para o Estado guineense. A intenção foi manifestada durante a sua estadia em Marrocos, antes da deslocação a Paris.

 

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