DOCENTES DA ULG CONVOCAM GREVE MAS OS ESTUDANTE APELAM COMPARENCIA DO SEUS COLEGAS NA SALA DE AULAS

Depois do pré-aviso da greve convocado pelo sindicato de docentes da Universidade Lusofona da Guiné (ULG), a Associação Académica apela aos estudantes desta instituição universitária privada do país a compareceram nas salas de aulas, no dia 25 de Março, dia previsto para o começo da greve.

O apelo tornado público, esta sexta-feira (22), pelo presidente da Associação Académica da ULG, Abulai Djaura, durante uma conferência de imprensa, realizada na sala da reunião da ULG, onde explica ainda que já mantiveram os encontros de apelo ao diálogo "franco e aberto" na busca da solução, com a direcção da universidade e do sindicato dos docentes, onde prometeram “ forte engajamento para solucionar o diferendo” e “surpreendentemente” encontraram “em todos os cantos da universidade” o pré-aviso da greve que terá o seu inicio no dia 25 do corrente com duração de cinco dias.

Poe esta razão, o presidente da associação apela a todos os estudantes da ULG “para comparecerem nas salas de aulas no dia 25 de Março” porque pagaram as propinas e terão aulas, para que mantiveram equidistâncias a este problema entre o patronato e os docentes, que a reitoria da universidade tome diligências necessárias para manter o normal funcionamento das aulas.

Abulai Djaura disse que durante os encontros mantidos com as ambas as partes, tiveram a informação que o principal motivo da greve convocada pelo sindicato é a assinatura de contrato de trabalho, que segundo os docentes trata-se de um “contrato de prestação de serviços ao passo que desejam um contrato de trabalho” daí exigiram a nulidade do contrato, ou seja, para que seja reformulado através de comissão conjunta e paritária.

Para a direção da universidade o contrato em causa “vem formalizar o vinculo do docente com esta instituição” porque já há muito tempo que trabalhem com o mesmo regime.

"A comissão foi criada para analisar o tal contrato em função das necessidades das ambas as partes e isso entrará em vigor a partir do ano lectivo 2019/2020. (...) a ata apresentada ao sindicato foi consensual", sustenta.

Entretanto, o sindicato de docentes e funcionários da ULG convoca a greve para os dias 25 á 29 do corrente reivindicando, entre outros, a suspensão do actual contrato de prestação de serviços que “estão a ser obrigados a assinar”, por um regime de contratos de trabalho e não de prestação de serviços, a negociação da proposta de convenção colectiva de trabalho, o cumprimento da lei nº 7/2014 - estatuto da carreira docente universitário, a formação continua pedagógica para todos os docentes e ainda lotação máxima de 40 alunos por turma.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Anézia Tavares Gomes

                                                                                                            

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