25 de Maio. JOVENS PANAFRICANISTAS REVOLUCIONÁRIOS QUEREM ÁFRICA LIVRE E SOCIALISTA

A Associação dos Jovens Pan-Africanistas Revolucionários da Guiné-Bissau celebra hoje, dia da Libertação Africana com uma marcha pacífica, sob o lema: “O Neocolonialismo deve ser destruído! Os Africanos estão pronto para uma Revolução”.

Durante a marcha iniciada da Chapa de Bissau para a Praça Chê Guevara com trajes africanos, principalmente panos de pentes, trajes das diferentes etnias da Guiné-Bissau.

O Conselheiro da Associação dos Jovens Pan-Africanistas Revolucionários da Guiné-Bissau, Imaani Na Umoja considera que a Africa ainda não está livre, e, segundo ele, a África deve organizar-se e tomar conta do seu continente.

“ A Africa ainda não esta livre, é o continente mais rico no mundo. (..) Devemos organizar e tomar conta da nossa terra, para unir a nossa África e para que isso aconteça, temos que ter socialismo e juntarmos o nosso recurso a favor da nossa sociedade, diz”

Para Imaani Na Umoja, para que a África seja livre, precisa de unidade e organização.

Ainda sobre 25 de maio, o Sociólogo guineense afirma que o continente africano está ainda longe de atingir a África projetada pelos seus antigos líderes.

Mestre em Sociologia, Tamilton Teixeira apontou a educação como a forma do continente Africano ter uma verdadeira liberdade.

O Sociólogo falava esta quinta-feira em Bissau, no quadro das comemorações do Dia de Africa, organizada pela Associação Académica dos Estudantes da Universidade Colinas de Boé, sob o lema: “De colonialidade de saber e ser, o caminho para Reafricanização imediata

A data de comemoração do “Dia da Libertação Africana” foi escolhida tendo em conta ao encontro ocorrido no mesmo dia, mas em 1963, quando 32 Chefes de Estados Africanos se reuniram em Adis- Abeba/ Etiópia, e criaram a Organização da Unidade Africana (OUA), que mais tarde veio dar lugar ao atual União Africana.

O encontro de Adis-Abeba tinha como pauta, discutir e combater a submissão, a colonização e o neocolonialismo, por isso, a data tornou-se histórica uma ocasião de reflexão sobre questões raciais que ultrapassam os limites geográficos.

Por: Bíbia Mariza Pereira- Turé da Silva

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