A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) garantiu esta segunda-feira que vão entregar um novo pré-aviso de greve como forma de continuar a luta para que haja reajuste salarial na função pública.

As garantias foram dadas pelo porta-voz da greve José Alves Té após o encontro de negociação assistido pelo primeiro-ministro.

“Tenho certa que o estado é pessoa de bem e tenho certa o que está-se exigir é apena o cumprimento de algo assinado pelo próprio o governo não passa pela cabeça que o estado não vai cumprir mais se isso não venha ser avançaremos com a nova pré-aviso de greve”, afirma Alves Té porta-voz da UNTG

Ainda José Alves Té disse que a razão da greve é trabalhar de uma forma digna para que haja salário justo.

“Nos trabalhamos de forma digna e queremos salário justo numa palavra mas entretanto é pela primeira vez que o sindicato apresenta ao governo a situação de reajusto salarial ou seja para que haja justiça salarial” disse para depois acrescentar que o que nos deixa sem palavra é o incumprimento do governo, assina um documento e a seguir engaveta”, reclama o sindicalista.

Entretanto, o primeiro-ministro Aristides Gomes disse que para que o país possa estar no bom caminho é preciso que todos os parceiros de desenvolvimento tentam ser mais realistas.

“Não podemos fazer tudo de uma vez. Fomos incumbidos de organizar as eleições e temos o problema da campanha agrícola assim como campanha de comercialização da castanha de caju e estamos a tentar estabilizar o país depois da crise politica”, referiu o Aristide Gomes.

De referir que a UNTG maior central sindical do país iniciou esta segunda-feira a greve de três dias na função pública para exigir do governo reajuste salarial como consta na adenda e memorado assinado entre as partes no passado.

Por: Marcelino Iambi

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