O vice coordenador do Gabinete da Luta Contra Droga revelou que a Guiné-Bissau não tem a capacidades e equipamentos suficientes para controlar o tráfico de drogas nas fronteiras.

Mário Ialá, disse que esta fraqueza da Guiné-Bissau fez aumentar o tráfico de drogas por vias marítimas e, para fazer face ao flagelo é preciso o envolvimento de todos os guineenses.

“ É preciso envolvimento de polícias criminais porque não temos capacidade e equipamentos suficientes para controlar as fronteiras de forma que os traficantes aproveitam as zonas marítimas que não são controladas para desembarcar seus produtos”, afirmou o responsável.

Yalá, falava durante a inceneração de 73 quilos de droga - tipo liamba - pelo Ministério Público.

O inspector-adjunto, Djanco Djassi, da Polícia da Ordem Pública, explicou que a operação foi possível graças a colaboração com vários departamentos policiais e, no entanto, avança que existe uma rede consistente de tráfico de drogas. “ É uma rede muito grande e não é fácil determinar o número exacto das pessoas envolvidas”.

Informações dão conta que na sequência desta investigação, foram presas duas pessoas, respectivamente, um guineense e um senegalês, presos numa operação feita em Prábis e Bigimita. As fontes revelam ainda que os acusados já foram entregues ao Ministério Público.


Por: Redacção

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