O presidente do Conselho de Administraçao da Assembleia Nacional Popular, Amizade Fará Mendes, defende que "a existência do terrorismo internacional, a emergência do ciberterrorismo", assim como a "criminalidade transfronteiriça e fluxos migratórios incontrolados", obrigam as forças de defesa e segurança a repensarem as políticas do sector para fazer face às ameças. 

Amizade Fará Mendes falava esta terça-feira no ato de abertura do seminário sobre a reforma no sector da defesa e segurança, organizado pelo Instituto da  Defesa Nacional, em parceria com o Escritório Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS). 

"Este seminário não só faz sentido como também é obrigatório, uma vez que nosso país urge definir, entre outros aspetos, o conceito da defesa nacional que incorpore as novas ameaças, que conceba uma política de defesa nacional e crie uma nova programação militar", reforçou.

Em representação da ministra da Defesa, Júlio Colômbia disse que a reorganização das forças armadas é uma tarefa de todos os guineenses.

"A responsabilidade de mudar as forças armadas incumbe-se a cada um de nós, mas particularmente às instituições do Estado. É um trabalho difícil e os percursos que conhecemos nos ensinam que realmente é preciso o empenho de cada um de nós", afirmou.

O ato de abertura do seminário, que termina no dia 20 de Novembro, contou com a presença de organizações internacionais e alguns órgãos de Estado ligados à justiça, defesa e segurança.

Última atualização: 18/11/2015 14:28

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