14
Jan
2020

O presidente eleito segundo os resultados provisório da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Umaro Sissoco Embalo, voltou a defender, esta terça-feira (14), que o país está quase no chão e todo os guineenses estão convidados a trabalhar para erguê-lo

O ex-candidato suportado pelo Madem-G15 falava no aeroporto de Bissau, a chegada do périplo de quase 10 dias para um contacto com os chefes de Estados de alguns países da sub-região.

De acordo ainda com Umaro Sissoco Embalo, em curta declaração aos jornalistas, a sua eleição para o posto do primeiro magistrado da nação é uma questão do desígnio nacional.

“Todos os guineenses têm a responsabilidade de levar a Guiné-Bissau para frente, já estamos quase no chão e esta esperança do povo guineenses nós não temos que falhar, agora a campanha acabou, não há Madem, PAIGC, PRS, APU-PDGB e não há nenhum outro partido é a Guiné-Bissau” defendeu.

Embaló promete, no entanto, caminhar com todos os filhos da Guiné porque “hoje não sou propriedade do Madem e nem eles também não são a minha propriedade, portanto o povo da Guiné-Bissau está de parabéns e a Guiné-Bissau vai ser construída com a contribuição de todos os guineenses”.    

Os resultados provisórios anunciados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) deram vitória a Umaro Sissoco Embaló, suportado pelo Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), com 53,55% dos votos, enquanto o candidato Domingos Simões Pereira, suportado pelo PAIGC obteve 46,45%.

Na sequência da divulgação dos resultados provisórios da segunda volta das eleições presidenciais realizada a 29 de dezembro de 2019, pela CNE, o candidato derrotado, Domingos Simões Pereira, apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), interpôs um recurso no Supremo Tribunal de Justiça para pedir a recontagem dos votos, alegando irregularidades eleitorais.

No acórdão N°. 01/2020 conhecido no final de semana, Supremo Tribunal de Justiça concluíram que só podem decidir sobre o contencioso eleitoral assim que tiverem na posse a Acta síntese da plenária de CNE.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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