SINJOTECS DENUNCIA QUE JORNALISTAS AINDA CONTINUAM A SER INTIMIDADOS E ESPANCADOS

O Sindicato Nacional dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (SINJOTECS) reconheceu que ao longo dos tempos foram registados atropelos à liberdade de imprensa.

Diamantino Lopes, secretário-geral da sinjotecs falava, hoje, durante a abertura do seminário de dois dias destinado aos 50 profissionais dos órgãos de comunicação social guineense com o enfoco na Promoção da Liberdade de Imprensa e o Acesso a Informação de Qualidade na Guiné-Bissau.

Diamantino diz ainda que, tendo em conta estas situações que colocam em risco à integridade física dos profissionais da comunicação social, e contando com a presença da Fundação Media Oeste Africano, que assim decidiu promover a presente formação com o apoio da União Europeia.

No mesmo ato, a representante da União Europeia na Guiné-Bissau diz que agora mais do que nunca é fundamental o papel da imprensa. No caso da Guiné-Bissau, diz que é perceptível a liberdade da imprensa.

Em nome do ministro da comunicação social, Humberto Monteiro, diz que os profissionais dos órgãos da comunicação social devem ser isentos e livres para desta forma fazerem parte do processo da consolidação da paz no país.

Em nome do Conselho da Comunicação Social, Simão Abina, diz que a presença da fundação média comunicação social na Guiné-Bissau, e um dos promotores do encontro, poderá ajudar a procura de solução dos conflitos frequentes que se regista entre os militares a força de ordem e os jornalistas.

Nesta formação que decorreu em três sessões de dois dias cada, contou com a presença dos homens da defesa e segurança (Polícias e militares), ARN, CNCS, entre outros, e organizações de classe, nomeadamente Sinjotecs, Ordem dos Jornalistas, Renarc. e Aprocs através da qual visam prevenir choques registado entre os atores e assim em conjunto busquem soluções pacíficas com vista a pôr termo aos atropelos.

 

Por: Diana Bacurim / Rádio Sol Mansi

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