Em causa está o aumento da carga horária dos professores afectos à Escola Superior de Educação (ESE), a falta de uniformização e de mudança de letras e o pagamento de retroativos e de todas as dívidas contraídas com os professores e demais funcionários daquela instituição de ensino superior.

Além disso, o sindicato exige ainda o cumprimento do memorando assinado com a direcção da ESE, em particular, a apresentação de um requerimento para a auditoria da escola.

O presidente do Sindicato, Luís da Costa, fala de uma adesão de cerca de 100% à greve, sem contudo ter conseguido estabelecer contato com todas as quatro unidades de formação.

"Aderência nessa manhã é de cerca de 100%, porque na unidade Tchico Té as pessoas não estão a trabalhar e na 17 de Fevereiro. Bolama ainda não consegui contatar o pessoal, 17 de Fevereiro e ENEFD idem aspas", declarou na entrevista à Rádio Sol Mansi. Acrescentou que "quando não há saída" têm que recorrer à greve, considera como último recurso. 

Perante os pontos em reivindicação, Luís da Costa apontou a retirada de aumento "unilateral da carga horária imposta pelo ministério nas escolas de formação dos professores", assim como o aumento do salário dos docentes, como condições mínimas para o levantamento da greve.

A Escola Superior da Educação dispõe de quatro unidades de formação de professores, designadamente, Tchico Té, 17 de Fevereiro, Escola Nacional de Educação Física e Desporto (ENEFD) e Amílcar Cabral de Bolama.

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