20
Mar
2020

A secretária do Estado das Comunidades pediu esta sexta-feira (20) aos guineenses no estrangeiro para respeitaram as indicações das autoridades de saúde onde residem.

Apelo tornado público numa mensagem pública devido a pandemia do Coronavírus que afecta a humanidade desde 2019.

Contudo não foram ainda confirmados casos de infecção no país, mas nos países vizinhos, já se verificou os casos dos infectados no Senegal, Gambia e Guiné-Conacri.

Dara Yurgan da Fonseca Ramos diz que para enfrentar com sucesso ameaça que representa a propagação do coronavírus, a única solução disponível é respeitar as indicações das autoridades competentes.

“ Aos nossos compatriotas residentes nos estrangeiros somos uma só diante do flagelo do coronavírus, os vossos receios são os nossos receios e as vossas esperanças são as nossas. Esta mensagem de solidariedade que vos dirijo, é também uma exortação de um apelo profundo e sério para que cumpram escrupulosamente todas as indicações dadas pelas autoridade de saúde nos países onde residem. Tenhamos a consciência de que para enfrentamos com sucesso a ameaça que representa a propagação do coronavírus, a unida solução disponível é essa, respeitar as indicações das autoridades competentes”, apelou.

Por outro lado, diz que o combate terá sucesso se cada um assumir a sua cota parte de responsabilidade pessoal perante a pandemia do Coronavírus.

“A pressão e a consciência aguda de que o povo guineense no geral, mas em particular os guineenses que residem nos países onde a propagação do covid-19 já foi declarada, são expostos aos riscos de contágio por este vírus que não deixaram diferente o estado da Guiné-Bissau. Com isso, sem mas delonga o governo da Guiné-Bissau, decidiu envolver-se exaustivamente no combate a propagação do covid-19 no nosso país. Todos os dispositivos apropriados foram accionados e neste momento os guienenses estão conscientes de que este combate só terá sucesso se cada um assumir a sua cota parte de responsabilidade pessoal”, aconselhou.  

As autoridades guineenses mandaram suspender actividades susceptíveis de criar aglomerações de pessoas, incluindo concertos e algumas cerimónias religiosas e tradicionais. O funcionamento de bares e discotecas encontram-se também suspensos. As fronteiras foram encerradas, incluindo o espaço aéreo.

Por: Marcelino Iambi

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