Relançamento da Guine Telecom: SINDICATO SATISFEITO COM A DECISÃO DO GOVERNO

O Sindicato de Base da Guiné-Telecom reage com satisfação à decisão do governo da Guiné-Bissau em relançar como duas empresas de telecomunicações públicas no mercado nacional e internacional bem estruturadas.

A reação foi ouvida esta quarta-feira no decurso de uma entrevista telefónica à rádio Sol Mansi pelo presidente do Sindicato de Base dos funcionários das Empresas de Telecomunicações da Rede Fixa e Móvel, Guinétel e Guiné-Telecom.

Na segunda-feira o governo contratou um contrato com a Sociedade Financeira Internacional para a prestação de serviços no segundo domínio para o lançamento oficial do projeto de privatização parcial da Guiné-Telecom e Guinétel.

De acordo com David Mingo a iniciativa chegou tarde, porque é uma das exigências feitas pelo sindicato já há muito tempo

“É uma coisa que lutamos há muito tempo, também isso mostra que o governo já está sensibilizado pela importância de telecomunicações no país”, realçou o presidente do sindicato de base.

Este sindicalista alerta ao executivo para não esquecer de incluir o projeto de pagamento das dívidas no pacote assinado com o Banco Mundial na segunda-feira, pois isto seria mais salutar para um bom funcionamento do projeto ou relançado.

“Em qualquer momento a qualquer momento deve ser contemplada nenhuma decisão de telecomunicações dada que os trabalhadores contestem há muitos anos e os seus problemas neste caso, mas seremos muito vigilantes”, alertou Mingo.  

David Mingo denunciou ainda o lucro que o governo virá a sofrer, devido à ausência no mercado da Guiné-Telecom, empresa cuja competência entre outros, é regular o mercado de telecomunicações no país.

“O executivo não deve continuar a perder muitos dinheiros em brincadeiras e deixar-lhes nas mãos das pessoas em que o governo tem vindo a ter dificuldades de ordens em que a telecomunicações da Guiné-Bissau continua nas mãos das empresas estrangeiras”, disse David Mingo.

Refira-se que a Guiné-Telecom e a Guiné-Telecom são duas empresas de tempo do estado guineense, que atravessam grandes dificuldades em seu funcionamento, e que estiveram na sua paralisação durante o período de tempo.

 

Por: Marcelino Iambi

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