O ministro da Economia e Finanças afirma que as projecções económicas da Guiné-Bissau para o ano 2017 apontam para um crescimento de 5.9 por cento superando em por cento o crescimento de 5.8 registado em 2016

Aladje Fadia falava, esta segunda-feira (20), no Fórum Monetário Internacional realizado, em Bissau, pelo Ministério da Economia e Finanças em parceria com Fundo Monetário Internacional (FMI) no quadro da quarta consulta do fundo.

“A economia nacional cresceu cerca de 5.8% em 2016, para 2017 estamos a prever que o crescimento atinja 5.9%, isto nas nossas estimativas, com a contribuição dos três sectores, primário com 4.6%, secundário com 5.4% e terciário 6.3%”” acrescenta.

Entretanto, na mesma ocasião, o primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embalo, ao presidir a cerimónia da abertura do encontro, considerou a situação de finanças públicas, antes da entrada em função do seu governo, de catastrófico e “esse quadro era caracterizado por uma forte pressão de tesouraria em virtude da falta de liquidez”.

Para o chefe da missão do FMI, Tobias Rasmussen, o país encontra-se numa posição única para usar o fato de castanha de Caju tornar um produto biológico preferido em todo mundo e pensar no seu salto para o desenvolvimento até redução da pobreza.

“Durante os dois últimos anos registaram-se importantes progressos desta senda rumo ao crescimento sustentável, aumentou o crescimento económico e melhorou substancialmente as finanças públicas e as posições externas do país”, conclui.

“Guiné-Bissau rumo ao crescimento sustentável” é o lema do fórum monetário internacional realizado, em Bissau, pelo ministério da economia e finanças em parceria com Fundo Monetário Internacional no quadro da quarta consulta do FMI.

O encontro que juntou diferentes parceiros do desenvolvimento do país.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Anézia Tavares Gomes

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