O presidente do Partido Africana da Independência da Guine e Cabo Verde (PAIGC) disse esta sexta-feira (08 de Setembro) que o povo guineense deve responder a crise política vigente no país para que seja respeitada a ordem democrática como preservação da liberdade.

Domingos Simões Pereira falava no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira depois de visita de contacto com a comunidade guineense no estrangeiro nomeadamente Portugal, Alemanha e Itália.

O líder dos libertadores falando de 90 dias solicitado pelo presidente da República à CEDEAO para resolver a crise politica, sublinha que “ é uma óptima pergunta a colocar ao presidente da República e à CEDEAO que patrocinou a concessão dos 90 dias. Mas é uma boa pergunta a colocar igualmente ao povo guineense para entenderem até que ponto vão continuar a admitir que as suas expectativas sejam adiadas a interesse dos grupos”.

Por outro lado, recordou que quando se iniciou a crise, “vários adjectivos foram usados para justificar o que estava a acontecer, para isso não sei se ainda há um guineense com dúvida de que este é uma montagem para poder respeitar o interesse de um grupo de pessoas. A pergunta não deve ser direccionada só ao PAIGC mas sim ao povo guineense que conquistou seu direito à liberdade.

Por outro lado, admite que os guineenses conseguirão sair desta situação respeitando a ordem democrática e preservar a liberdade assim como os princípios da democracia.

Por: Nautaran Marcos Có/ Marcelino Iambi

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