O Partido Africano para Independência da Guiné e Cabo-verde (PAIGC) questiona, a passividade da comunidade internacional, sobretudo a Comunidade Económica dos Estados de África Ocidental (CEDEAO) sobre o momento que o país vive nos últimos tempos.

Em conferência de imprensa realizada na sede nacional do partido esta quarta-feira (24/06), 2ª vice-presidente do partido libertador, Odete Costa Semedo, questiona por outro lado o silêncio do Ministério Público e o Ministério do Interior sobre rapto e espancamento do deputado Marciano Indi.

“ (…) O deputado Marciano Indi sofreu espancamento e tentativa de sequestro mas o ministério do interior e o ministério público ficaram em silêncio e hoje estamos perante o caso de sequestro de Armando Correia Dias. Mas será que é digno para um país livre e independente e dito civilizado e no concerto das nações”, diz para depois questionar a comunidade internacional sobretudo a CEDEAO que lhes diga o que é necessário fazer para que a instituição comunitária saia da passividade em que se encontra. “ Querem o derramamento de sangue para depois intervir? O que a CEDEAO quer que os guineenses façam para acordá-la das manobras do Macky Sall para com a Guiné-Bissau”? questionou a dirigente do PAIGC.

Aos deputados, sobretudo os que assinaram acordo da incidência paramentar para formação do governo liderado por Aristides Gomes, derrubado pelo chefe do Estado, Odete Semedo, os alerta que o país esta num momento sensível e de terrorismo de Estado.

“ Estamos num momento em que, quando alguém quer te vigiar, coloca-te a guarda (segurança). Aos nossos deputados, quero alertar que estamos num momento de erguer a nossa confiança que conquistamos junto das populações, então não devemos esquecer o que prometemos aos mesmos”, alertou.

A tenção política aumentou no país depois de anúncio sequencial do presidente da Republica de derrubar o parlamento caso houvesse tentativa do bloqueio. Desde o anúncio, séries de encontros tem sido realizado em torno da busca do consenso para sair do impasse político parlamentar, mas, os partidos políticos se encontram dividido em dois blocos em que cada um reclama a maioria.

Por:  Nautaran Marcos Có/Braima Sigá

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