O Partido Africano para a Independia Guiné e Cabo verde (PAIGC) disse esperar que o Procurador-geral da República seja julgado por alegado desvio de dinheiro em 2012 quando exercia funções de ministro da função pública.

A 2ª vice-presidente do PAIGC, Maria Odete Semedo, falava durante a conferência de imprensa promovida pelos veteranos da Guerra, que visa falar da real situação desta camada.

“O PAIGC sempre disse e tem reiterado e acredita na justiça, mesmo que resta apenas uma ou duas pessoas naquele órgão de soberania, o PAIGC acredita que a justiça um dia será feita, e é nessa senda que nós acreditamos que o Procurador-geral da República tomará a medida que melhor lhe assente neste momento para poder responder a justiça”, acredita a vice-presidente do PAIGC.

Na Guiné-Bissau, pela primeira vez um Procurador-Geral da República é constituído arguido e vai ao julgamento num caso de alegado desvio de dinheiro quando exercia a função do ministro da Função Pública, no governo liderado pelo Carlos Gomes Júnior.

Manecas dos Santos, presente naquele encontro, considerou que os actores políticos estão a desrespeitar os ideais de Cabral quando os deputados recusaram aprovar o projecto lei sobre estatuto dos Combatentes da liberdade da pátria.

“Outro facto que evidencia o total desrespeito ou desinteresse desses autores políticos aos ideais de Cabral no que se refere ao bem-estar dos combatentes, foi a inviabilização na última seção da Assembleia Nacional Popular, o projecto lei que incentiva medidas visando assegurar melhores condições os combatentes”, reclamou o antigo combatente.    

Manecas dos Santos anunciou que os combatentes continuam a ser fustigados por actores políticos que tem traído o princípio de Cabral. “Persistente em arrogar-se de combatentes, os mesmos que fugindo ao debate no seio do PAIGC, por maldade, ambição e egoísmo, fora aderir o projecto politica que se circunscreve tão-somente ao assalto o poder”, disse.        

O projecto lei sobre o estatuto dos Combatentes da liberdade da pátria não foi aprovado na Assembleia Nacional por motivo de desentendimento entre as bancadas parlamentares.

Por: Turé da Silva

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