O Partido Africano para Independência da Guine e Cabo Verde, PAIGC defendeu esta terça-feira que sendo o vencedor das últimas eleições legislativas deve ser ele a dirigir o próximo governo.

A posição dos libertadores foi transmitida hoje a imprensa após o encontro de auscultação com os partidos políticos com assento parlamentar promovido pelo presidente da República com vista a formação de um novo governo como indica o último comunicado da CEDEAO.

Durante o encontro, a segunda vice-presidente do partido Odete Semedo disse ter abordado com Sissoco Embaló vários assunto entre quais questão da Assembleia Nacional Popular, formação do governo entre outros

“ O PAIGC vai contribuir sempre na busca de solução para a governação tendo em conta o comunicado da CEDEAO sobretudo naquilo que respeita o novo governo. Sendo o PAIGC o partido vencedor das legislativas de 2019, contamos ser parte dessa governação, devendo ser o PAIGC a dirigir o próximo governo. Portanto, vamos analisar tudo aquilo que foi a nossa discussão e dar continuidade a aquilo que foi a audiência de hoje”, Odete Semedo deixou claro a intenção do seu partido.

O movimento para alternância democrática MADEM-G15, através do seu coordenador Braima Camara, afirmou que a sede para aprovação da maioria é a Assembleia Nacional Popular por isso desafiou o PAIGV aprovar a maioria que alega ter com os seus aliados.

“ Se o PAIGC e seus aliados acreditam ter a maioria que o apresenta na Assembleia Nacional Popular e censuram o programa do governo, provando ao mundo que detém a maioria”, frisou.

Entretanto, o 1º vice-presidente do APU-PDGB Mamadu Saliu Lamba garantiu que a partir de hoje estão com a disposição de voltar ao partido para dar a sua contribuição para o desenvolvimento.

“ Enquanto partido democrático, vamos a nossa sede e todos nós voltaremos a conversar e o partido estará sempre unido para o bem do país. Isso significa que os nossos deputados terão a oportunidade de se pronunciarem e vamos fazer de tudo para acabar com a divisão interna no partido. Todos os acordos assinados merecem uma atenção especial porque há coisas que não dependem só mim”, esclareceu o 1º vice-presidente do APU.

Jorge Mandinga de APU-PDGB que assinou um outro acordo de incidência parlamentar com PRS e Madem afirmou publicamente que já está formada a nova maioria com os dois partidos no qual o seu partido faz parte. “ Estamos prontos, a partir de hoje, aprovar no parlamento a existência dessa nova maioria e o grande desafio que lançamos a todos os partidos que tenham a coragem de levar na ANP a reivindicação ou não dessa nova maioria”.

Jorge Malu vice presidente do Partido da Renovação Social, revelou que o presidente aconselhou aos partidos a criarem consenso para garantir uma boa governação. “ Testemunhamos ao presidente que nós, assinante de um acordo parlamento, vamos manter a linha da fidelidade ao acordo que assinamos com outros partidos”.

De acordo com as informações o presidente Umaro Sissoco Embalo pretende um Governo de Unidade Nacional que reúna consensos partidários e que inclua tecnocratas para ajudar a implementar as reformas do país.

A ideia já é do conhecimento da CEDEAO, que tem mediado a crise política guineense.

Por: Amadi Djuf Djaló

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