O presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, exige a comunidade internacional a cumprirem as suas responsabilidades internacionais perante a prolongada crise política na Guiné-Bissau

Domingos Simões Pereira que falava, esta terça-feira (19), na cidade de Gabú, leste do país, no quadro dos 61 anos da criação do partido libertador, sustenta a sua posição pelo facto do concertas das nações ser criado para apoiar os países a implementar os regimes democráticos onde a vontade do povo deve prevalecer.

O presidente dos libertadores acusa o presidente José Mário Vaz de se, não só incumpridor das leis, mas de estar a demonstrar clara falta de respeito á comunidade internacional.

“O nosso presidente da república não respeita e desafia o mundo. Numa altura em que o mundo reclama o primeiro-ministro de consenso com base no acordo de Conacri, o presidente decide que aquilo é a sua escolha é que deve falar às Nações Unidas diante do concerto das nações”, avança Simões Pereira que questiona a decisão e de “confrontar a comunidade internacional”.

“Temos que responsabilizar o presidente da república”, enfatiza.

Sobre o projecto “Mon na Lama”, recentemente transformado em fundação, Domingos Simões Pereira exige a explicação da proveniência dos fundos que estão a financiar a fundação do presidente da república, no entanto, avança que irá responsabilizar judicialmente qualquer recurso do país nas iniciativas privadas.

“Asa nossas constituições e leis não permitem que o dinheiro do Estado seja colocado em fundação porque é uma entidade privada que só sócios e pessoas de boa vontade deverão oferecer o dinheiro”, explica.

Entretanto, Domingos Simões Pereira acusa do governo de Umaro Sissoco Embalo de desviar carros destinados a Assembleia Nacional Popular (ANP) para em troca sustentar a permanência do seu governo.

“Desviando carros, já é do conhecimento do público da internet, e tentar colocar, a noite, para ninguém ver e para depois comprar a consciência do nosso povo, isso é vergonha”

Presidente dos libertadores diz ainda que o seu partido está pronto para enfrentar o actual regime e responsabilizá-lo pelos “muitos” desvios.

Segundo ele um dos principais motivos pela demissão do seu governo é devido ao desvio do dinheiro para “o que falta nos seus bolsos”.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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