10
Mar
2020

“O papel da mulher Guineense na promoção da coesão social”, é o lema da quinta (5ª) Roda de Mulheres promovida para falar da problemática da instabilidade política no país

O objectivo do encontro é para juntar as mulheres de diversas regiões e estados sociais para falar dos problemas que a instabilidade politica cria na sociedade em termos da coesão.

Na entrevista à imprensa, a coordenadora do Projecto da Casa do Direito, Fatumata Djau, disse que concluíram, no encontro, que a coesão deve começar entre as mulheres.

“A conclusão que não chegamos de que nós as mulheres apesar de que usamos muito o nosso proactivo há muita coisa a fazer, primeiramente entre nós mulheres a coesão deve começar entre nós, acho que é um trabalho que nós concordamos que precisamos fazer, e delineamos qual é a possibilidade para isso, por exemplo para falar entre nós na nossa comunidade mais próximo e multiplicar a roda para que não seja só num espaço de organização para que seja um acto de dia-a-dia, falta aquela coesão mais exploramos aquele caminho de como podemos conseguir aquela coesão enquanto mulher para depois de aquela coesão poder alastrar para a nossa comunidade para país como consequência”, explica.

Para Bresten Mendes da Região de Cacheu, e Binta Balde da Região de Bafatá, todas elas participantes afirmaram que a situação politica no país está a dividir famílias nas regiões e criar dificuldades.

“Estamos cansadas porque as nossas mulheres horticultoras pegam os seus legumes e ajudam as mulheres na cantina escolar mais como estão de greve onde é que as mulheres vão vender os seus produtos”, interroga Bresten que pede que a situação seja ultrapassada.

“Esta situação política é sentida até quando se tem desgosto, se a pessoa não é do mesmo partido consigo então não se solidariza consigo. A situação política faz com que pais e filhos dividiram e esta eleição traz a divisão nas famílias”, lamenta Binta.

A roda das mulheres guineenses é para falar do papel do papel da camada feminina na promoção da coesão social e igualmente foi procedida a inauguração da exposição “estamos aqui” de diário pequeno paraíso, que retracta estados da mulher.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Bíbia Mariza Pereira

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