21
Mar
2019

A ministra das pescas da Guiné-Bissau declarou, esta quinta-feira (21), que a construção do porto de pesca e a unidade de transformação e comercialização do pescado vai permitir o país implementar a lei da obrigatoriedade dos barcos que praticam actividade da pesca nas águas nacionais a descarregarem no porto de Bissau

A consideração da governante, Maria Adiato Djaló Nandigna, foi feita depois de acompanhar o estado de evolução das obras de construções destas infraestruturas no alto Bandim.

“As construções destas infraestruturas vai nos permitir realmente implementar aquela lei de obrigatoriedade de todos os barcos que praticam as pescas nas nossas águas a descarregarem no porto de Bissau e ao mesmo tempo quando fazem isto terá a mão-de-obra ou seja é toda uma cadeia que vai funcionar, e isso nos permite empregar grande quantidade de mão-de-obra para acabar com desemprego e combater a pobreza no país, sendo assim, os pescados que saem da nossa zona económica exclusiva deixam de ser representados no mercado internacional pelo outro país”, explica.

A ministra mostrou-se satisfeita com a forma como está a ser conduzido os trabalhos destas infraestruturas que “daqui a dois anos o país vai sair da situação de venda das licenças sem no entanto obter outros valores para rentabilizar o sector que nós consideramos o petróleo que é diamante da Guiné-Bissau”.

A construção do porto de pesca iniciada nos finais de outubro do ano passado está a ser realizada no âmbito da cooperação com a república popular da China, orçada num valor de 26.500 mil de dólar.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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