16
Jan
2020

O líder do Movimento para Alternância Democrática (Madem-G15), prometeu esta quarta-feira (15/01) não defraudar as espectativa do povo guineense que depositou a confiança no candidato Umaro Sissoco Embalo, declarado vencedor da segunda volta das eleições presidenciais segundo os dados da Comissão Nacional de Eleições (CNE).

Braima Camara pediu por outro lado a direcção do PAIGC, partido que suporta o candidato Domingos Simões Pereira na corrida presidencial para legarem benefício de dúvida aos 53,55% do povo guineense que depositou a confiança no Umaro Sissoco Embalo para dirigir o país nos próximos 5 anos.

“Não vamos defraudar as espectativa do povo e queremos apelar ao PAIGC e ao seu candidato, que reconhecem a derrota. A diferença de 40 mil votos é muito, se era nós do Madem, desbloquearíamos o país, para isso, pedimos ao PAIGC e a sua direcção que libertam a Guiné-Bissau. PAIGC e a sua direcção que dêem o benefício de dúvida ao mais de 53% da população que aposta neste projecto e deram o beneficio de duvida ao Umaro Sissoco Embalo, dentro 5 anos vamos as eleições, aí entregaremos a nossa cabeça ao povo para julgar nas urnas”, solicitou.

Por outro lado, sublinhou que como democratas que são, “ se perdemos vamos felicitar o vencedor e não vamos bloquear o país porque este povo já está cansado, querem a paz, querem acabar com a greve, precisam da escola, saúde, agricultura e a campanha da castanha de caju está a aproximar, o que será do povo”, questiona para depois revelar que “nas legislativas a equipa do Madem tinha na posse 37 deputados e depois fomos confrontado com a notificação da CNE de que obtemos 27 deputados, assumimos a derrota, porque não fizemos os trabalhos de casa e o país não pode ficar bloqueado devido ambição pessoais ou de meia dúzia de pessoas. Podíamos dizer na altura que ganhamos as legislativas mas não o fizemos porque o país está acima de todos os interesses”, sublinhou.      

Na mesma ocasião, Braima Camara disse que o projecto político que lidera marcará a história da democracia no país, afirmando que neste momento “o único partido em condições de congregar todos os guineenses e promover uma agenda nacional é Madem-G15, por isso será um projecto virado à sociedade, inclusivo, sem raça, religião e de união para consolidação da paz e estabilidade nacional”.

O político disse ainda que com a eleição de Umaro Sissoco Embalo, como “presidente da República”, é tornar agora o Madem na primeira força política da Guiné-Bissau.

Os resultados provisórios anunciados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) deram vitória ao Umaro Sissoco Embaló, suportado pelo Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), com 53,55% dos votos, enquanto o candidato Domingos Simões Pereira, suportado pelo PAIGC conseguiu 46,45%.

Por: Braima Sigá

Questo sito fa uso di cookie per migliorare l’esperienza di navigazione degli utenti e per raccogliere informazioni sull’utilizzo del sito stesso. Leggi di più