02
Jun
2016

O presidente do Movimento Patriótico (MP) defende a dissolução da Assembleia Nacional Popular para retornar o poder ao povo como forma de tirar o país da crise política que está mergulhado

A ideia foi defendida, ontem, durante uma conferência de imprensa alusiva ao aniversário do nascimento do projecto Movimento Patriótico. E na ocasião o líder do MP, José Paulo Semedo, propõe esta sua ideia em relação a saída da crise política vigente no país justificando-a na luz da constituição da república.

Ainda José Semedo disse que aceitar o novo governo liderado pelo Baciro Dja é conviver e aceitar a ditadura.

“Optar para a não realização das eleições antecipadas, por não desilusão do parlamento é optar pela ditadura, é optar pela concentração do poder na pessoa da sua excelência senhor Dr. José Mário Vaz e aceitar o governo do Baciro é conviver e aceitar a ditadura” acusa o líder do MP.

Semedo, imputou a responsabilidade ao presidente da república pela perda de receita em 36 bilhões de FCFA desde início desta crise política.

“O rosto da crise é sua excelência PR (…) que dê o povo a possibilidade de recuperar todo dinheiro perdido, são 36 bilhões de FCFA (correspondente a 55 milhões de Euros) e este povo pode financiar as suas eleições”, atirou José Paulo Semedo.

Os membros do Movimento Patriótico reflectem na fundação do partido, a actual situação política e a estratégia para a saída da crise política que assola o país a quase um ano.

Recorda-se que José Paulo Semedo, Presidente do MP é igualmente advogado do PAIGC.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Marcelino Iambi

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