19
Nov
2015

Durante o espaço de debate proporcionado pela apresentação do documento "Infraestrutura Local para a Paz na Guiné-Bissau, a contribuição dos espaços regionais de diálogo para a construção da paz", a diretora da Voz di Paz, Filomena Tipote, disse que as análises realizadas pela organização permitem ter uma visão do clima existente no país e antever os possíveis conflitos.

"As nossa análises até aqui têm dado frutos. Quando dissemos que o país não está bem, muitas organizações, inclusive da sociedade civil que não se sentiam bem, que julgavam que tudo estava no bom caminho", declarou.

Filomena Tipote afirmou que vão continuar a trabalhar para a consolidação da paz na Guiné-Bissau, embora reconheça que "é um desafio enorme", mas acredita que a organização conta com o apoio de "muita gente" e encorajamento para seguir em frente, marcando a diferença.

Queba Banjai, em representação do primeiro-ministro, disse que os atentados terroristas de Paris demonstram como a paz é tão necessária.

"Estamos a assistir no mundo atual como é que a paz é tão preciso, porque a paz pode ser interpretada em diferentes formas. O que acabamos de assistir, que está ainda fresco na nossa memória, que penso que todos os guineenses têm: esse atentado cobarde de Paris", sublinhou.

De acordo com o documento apresentado na quarta-feira (dia 12) pela organização não governamental Iniciativa Voz di Paz, desde 2011 que os espaços regionais de diálogo têm vindo a resolver mais de 200 conflitos locais, usando o diálogo como ferramenta para a gestão pacífica de conflitos, como a insegurança, má governação, diferenças religiosas e violência contra as mulheres.

Questo sito fa uso di cookie per migliorare l’esperienza di navigazione degli utenti e per raccogliere informazioni sull’utilizzo del sito stesso. Leggi di più