Estas actividades enquadram-se na celebração do dia da África, ontem,“25 de Maio”. Há 53 ano foi criada, em Addis Abeba (Etiópia), da então Organização de Unidade Africana, em carta assinada por 32 estados africanos já independentes na altura.

No arranque das actividades, o representante da União Africana no país, Ovídio Pequeno, explica que a outra questão que preocupa a sua organização é o desenvolvimento socioeconómico, devido ao fluxo das matérias-primas no continente Africano.

Segundo Ovídio Pequeno, estes recursos “são quase sequestrados, mas o maior problema do continente é o processo da abertura democrática ou a implementação do multipartidarismo, que foi um processo que não nasceu de dentro para fora, mas sim de fora para o dentro e vários problemas com que se confronta hoje é exactamente porque não houve um trabalho inicial com que este processo fosse feito pela vontade popular manifesta dentro dos nossos países”.

No que refere a situação política que se vive há quase um ano no país, Ovídio Pequeno, em nome da comunidade internacional, que segue de perto esta situação, defende sentido de responsabilidade, competência e idoneidade.

“Se conseguimos juntar todos estes três aspectos, creio que poderemos dar um passo qualitativo, em função dos interesses maiores e deixar os ecos pessoais que estão a afectar a vida sócio económica das pessoas na GB”, finaliza.

Leopoldo Amado, director geral do INEP, relembrou aos guineenses, que o que importa neste momento é superar o problema de instabilidade no país.

“O que interesse aqui é que nós os guineenses temos que superar os problemas da instabilidade que nos perseguem há 42 anos. Ultrapassando esta questão teremos assim condições de estabelecer bases para o desenvolvimento para que possamos melhorar as condições da vida da população, e essa melhoria passa por inquinação dos aspectos em que a Guiné-Bissau figura até hoje (em último lugar) ”.

Durante os três dias serão debatidos temas como, a democracia e a cidadania em África no caso guineense, a integração regional e desenvolvimento sustentável em África e os desafios da juventude e equidade do género, com exposições de artesões nacionais e bancas de livros.

O dia 25 de Maio, dia da África, foi instituído para incentivar a cooperação entre todos os países africanos e o bom relacionamento entre todas as regiões do mundo. Esta ata transformou-se progressivamente também numa ocasião de afirmação do combate dos povos do continente africano pela liberdade, pela paz e pelo desenvolvimento.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Anézia Tavares Gomes

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