18
Nov
2015

O projeto "Reforço do quadro financeiro e operacional do Sistem Nacional de Áreas Protegidas na Guiné-Bissau" foi formulado pelo governo da Guiné-Bissau, através do Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas, com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e tem como objetivo fortalecer a eficácia da sustentabilidade financeira e gestão operacional do Sistema Nacional das Áreas Protegidas.

Depois de aprovado o projeto pelo Fundo Mundial para o Ambiente (GEF), o governo da Guiné-Bissau, através da secretaria de Estado do Ambiente, procedeu esta terça-feira, em Bissau, à assinatura do protocolo de acordo com o PNUD.

Com um Sistema Nacional de Áreas Protegidas que abrange cerca de 15% do território nacional, o secretário de Estado do Ambiente, Seco Camara, destacou a importância do parque nacional de cantanhez para o projeto. Reportando-se ao parque, disse que "abrange uma área de 105.800 hectares e destina-se a salvaguardar os restos mais importantes da floresta alta sub-húmida na Guiné-Bissau e uma biodiversidade faunística de importância mundial".

Maria do Vale Ribeiro, representante residente do PNUD, disse esperar que através deste projeto a Guiné-Bissau consiga rentabilizar e capitalizar os fundos da Fundação BioGuiné para uma gestão financeira sustentável das áreas protegidas. Lembrou ainda a importância da "gestão e utilização sustentável do ambiente no debate dos objetivos de desenvolvimento sustentável para 2030".

O financiamento de 2,5 milhões de dólares do Fundo Mundial para o Ambiente/PNUD, vai contribuir para a conservação de 952.172 hectares de habitats naturais críticos durante os próximos 4 anos na Guiné-Bissau.

 

 

 

 



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