O Embaixador da Guiné-Bissau em Conakry entregou, esta sexta-feira (13), ao Estado-maior General das Forças Armadas (EMGFA) matérias de escritórios, rádio comunicação e outros instrumentos usados pelo líder mártir, Amílcar Lopes Cabral, em Conakry durante a luta de libertação

Os matarias entregues destinam-se ao museu da luta de libertação, que se encontra em Amura.

Depois da entrega o embaixador Ernesto Muntaga Djalo disse que o motivo é fazer a nova geração conhecer a história do país, por isso, é necessário criar programas para promoção da história.

“São instrumentos usados pelo Amílcar Cabral para desencadear todas as estratégias da luta de libertação. Dentro de Amura, aqui, é que vai iniciar a reconstrução da luta de libertação para que os nossos filhos e os nossos irmãos conheçam a história da luta porque quem não conhece a história da sua casa não pode falar da sua casa”, explica.

O embaixador falou da recuperação do lugar onde residia Amílcar Cabral, em Conakry, e da colocação duma estátua de bronze de Cabral, em Conakry, na inauguração de um novo museu, facto que deverá acontecer no dia 24 de Setembro próximo.

“Estamos a fazer recuperação de três edifícios onde foi conduzido a nossa luta de libertação desde casa de Amílcar Cabral, do secretariado de PAIGC e a casa de Aristides Pereira. Tudo já está a ser ultimado, vamos inaugurar no dia 24 de Setembro deste ano junto com o museu lá em Conakry. Já temos, uma estátua de Amílcar Cabral de 1,65 de altura para colocar no lugar onde foi assassinado. Também temos um outro do seu carro recuperado que será apresentado no mesmo dia”, promete.

Entretanto, o Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, Biague Na Ntam, pede a colaboração dos antigos combatentes para o enriquecimento do museu e demonstrou abertura aos jovens que quiseram visitar ou estudar a luta através do museu.

“Construímos e recuperamos esta casa para que todos os materiais que usamos na luta da libertação nacional estejam aqui para a pesquisa dos interessados sobre a luta de libertação. Tudo o que fizemos é precisamente para isso. Aos antigos combatentes peço a todos que têm algo de vestígio da luta, todos os matérias que usávamos que nos traga para o museu. O museu foi feito para recordar o tempo que passamos, o sacrifício que passamos para sermos livres hoje. Aos jovens queremos que venham fazer pesquisas”, exorta.

Foram entregues, um armário estreito modelo antigo de mais de 2 metros de altura, dois armários pequenos, um ar condicionado antigo, uma máquina de escrever e uma mesa com 4 cadeira.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Iasmine Fernandes

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