03
Sep
2019

A Guiné-Bissau continua a não colaborar com medidas contra o branqueamento de capital e corre o risco de perder a possibilidade de transferências internacionais via banco e de créditos de apoio do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional

Em entrevista à Rádio Sol Mansi (RSM), a margem da abertura da formação de luta contra branqueamento e financiamento de terrorismo, Justino Sá, presidente da Célula Nacional de Tratamento de Informações Financeiras (CENTIF-GB), explica que as instituições de combate que julgam os casos não vê nem acusações, nem condenações e tudo isso mostra que a Guiné-Bissau não está a colaborar no combate a este flagelo.

“Consequências é que já estamos na declaração pública e significa que nenhuma transição financeira internacional irá entrar e o FMI e o Banco Mundial não vão abrir nenhum crédito para apoiar instituições financiamento na Guiné-Bissau como o orçamento de Estado porque são estas instituições que apoiam na solidificação das economias”, explica.

Segundo o responsável, a Guiné-Bissau está na lista negra da GEABA na declaração pública devido a não colaboração dos bancos na divulgação de dinheiros suspeitos.

“A Guiné-Bissau, neste momento, está na lista negra. Entende-se que o país não está a colaborar, mas é importante que as pessoas colaborem. Existem leis que devem ser adoptadas para o combate do branqueamento, as declarações de operações suspeitas que recebemos dos bancos são insignificantes, quer dizer que alguns bancos não colaboram e são das principais chamadas de atenção que recebemos da GIABA”, sustenta.

Segundo Justino Sá o estado deve assumir a sua responsabilidade e os órgãos de Estado de supervisão devem trabalhar na adopção de leis e criar condições para supervisionar.

“Estou a falar de supervisão da Micro-finanças e supervisão de ONG,s e supervisão de bancos”, sustenta

Para Pec Djones, oficial do UNIOGBIS para o controlo de drogas e combate ao crime organizado, o país continua a ser avaliado "muito mal internacionalmente" por não existir "grandes investigações" sobre o branqueamento.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Iasmine Fernandes

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