Governo através de Direcção-geral de Desenvolvimento Sustentável apresentou esta terça-feira (27 de Março) em Bissau o quinto relatório nacional da convenção sobre a diversidade biológica, estratégia de plano de acção nacional para a biodiversidade.

A cerimónia de apresentação do quinto relatório foi presidida pelo ministro do ambiente do governo demissionário, na presença da representante residente da Organização das Nações Unidas para a Agricultura (FAO) entre outros parceiros.

Na ocasião, o titular da pasta do ambiente António Serifo Embalo, assegurou que o país depara com muitos problemas sobretudo do estrangulamento de ordem financeira e desenvolvimento institucional.

«Apesar da nossa determinação e vontade em participar com coerência e vocação própria neste exercício mundial da conservação do ambiente, recursos naturais e da biodiversidade, o nosso país se defronta com inúmeros problemas com destaque para os estrangulamentos de ordem financeira e desenvolvimento institucional, razão pela qual, não está poupando esforços para assegurar um financiamento sustentável da biodiversidade e do ambiente e dar passos importantes a fim de atingir as metas de Aichi, Japão, de 2015 a 2020 relativos a diversidade biológica e a dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável», lamenta ex-ministro de Ambiente.

Por outro lado, sublinhou que de igual modo, “o Governo irá envidar esforços necessários, para aproveitar todas as potencialidades e as oportunidades decorrentes da sua política de preservação dos nossos ricos e diversidade ecossistemas, como componentes de grande valor do património mundial”.

O fenómeno demográfico destes últimos anos tem provocado uma pressão considerável sobre os recursos naturais e essencialmente os recursos da diversidade biológica. Último relatório da convenção sobre a diversidade biológica, estratégia de plano de acção nacional para a biodiversidade e estratégia nacional de comunicação em matéria de intercâmbio de informação sobre a biodiversidade foi apresentado em 2008.

Elas estão organizadas em cinco grandes objectivos estratégicos: (A) tratar das causas fundamentais de perda de biodiversidade, através da conscientização do governo e sociedade das preocupações com a biodiversidade; (B) reduzir as pressões directas sobre a biodiversidade e promover o uso sustentável; (C) melhorar a situação da biodiversidade, através da salvaguarda de ecossistemas, espécies e diversidade genética; (D) aumentar os benefícios de biodiversidade e serviços ecossistêmicos para todos; e (E) aumentar a implantação, por meio de planeamento participativo, da gestão de conhecimento e capacitação.

Por: Braima Sigá

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