FUNCIONÁRIOS DA ARSECO DENUNCIAM BANALIZAÇÃO NO SETOR DE COMBUSTÍVEL
Os funcionários da Comissão instaladora da Autoridade Reguladora do Setor dos Combustíveis, Derivados do Petróleo e do Gás Natural (ARSECO) denunciam o que consideram de uma banalização total no setor de combustível guineense.
A denúncia foi feita, esta segunda-feira, pelo porta-voz dos trabalhadores desta área, numa conferência de imprensa que visa revelar a real situação que passa nesta instituição reguladora do setor de combustível.
Daniel da Mata disse que o que acontece atualmente no setor de combustíveis é uma desorganização que beneficia alguém em detrimento do governo.
“Setor de combustível é sensível, mas o caso que se vê no ministério da energia neste momento é triste porque qualquer cidadão compra um bidão de 200 litros no mercado colocando torneira pedido licença da venda na residência por isso consideramos esta situação de uma banalização total no setor combustível”, afirma o porta-voz dos trabalhadores.
O porta-voz dos trabalhadores do ARSECO foi mais longe ao denunciar que o Ministério da Energia tem vindo a abrir a conta em diferentes Bancos Comerciais do país, fato que levou o ministério Público a bloquear todas as contas desta instituição.
“Conta de uma entidade pública a ser movimentada em diferentes bancos só para beneficiar alguém neste caso o ministério público já ordenou o bloqueio da conta através da medida corretiva e ordenou também os operadores a proceder o pagamento na antiga conta de ORABANK”, acrescentou Daniel da Mata.
Na mesma conferência de imprensa Serifo Baldé um dos funcionários do ARSECO pede a intervenção do ministério público a investigar a denúncia dos trabalhadores.
“O ministério público deve confiscar todos os materiais do ARSECO devido a nossa denúncia porque temos a informação que mobílias e outros materiais estão repartidas entre eles enquanto a Autoridade Reguladora do Setor dos Combustíveis, Derivados do Petróleo e do Gás Natural está a ser minada”, pediu Serifo Balde.
Perante esta situação à Rádio Sol Mansi procurou a reação do Ministério da Energia através do seu chefe de gabinete e da secretária do ministro com varias telefonemas, sobre este caso onde o ministério foi alvo de acusação da parte dos trabalhadores de ARSECO.
Por: Marcelino Iambi
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