FMI: GUINÉ-BISSAU VAI BENEFICIAR DE ACORDO DE FINANCIAMENTO

O ministro das Finanças disse hoje que é desta vez que o país vai conseguir um acordo de financiamento com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

A informação foi avançada, hoje, pelo titular da pasta das Finanças após o primeiro encontro virtual mantido com o chefe da missão do Fundo Monetário Internacional que tem como propósito, financiamento de um programa de facilidade de crédito alargado-ECF para assegurar a implementação das reformas formuladas pelo governo guineense visando estabilizar a economia, melhorar a competitividade e reforçar a boa governança.

Ilido Vieira Té diz igualmente que o FMI não impõe as leis mas aconselha cabe ao país decidir se vai acatar ou não essas orientações.

“É desta vez que o país vai conseguir um acordo de financiamento com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Hoje, é o primeiro dia da reunião virtual com o chefe da missão, portanto, esse contato já estabelecido correu muito bem, então, para já quero que fique bem claro para a opinião pública que o FMI não impõe as leis mas aconselha, cabe ao país decidir se vai acatar ou não essas orientações, portanto, o princípio é o respeito da disciplina orçamental e a condições que são aconselhada pelo Fundo Monetário. Neste momento estamos a trilhar este caminho a fim de ter um programa de financiamento que certamente abrirá porta do país junto dos outros parceiros”, informou.

Por outro lado, sublinhou que a Guiné-Bissau tem uma economia frágil e, perante esta conjuntura difícil de aumento de custo de vida que o mundo enfrenta, não pode deixar o FMI de lado.

“ Houve contratações irregulares na administração pública, como é do conhecimento de todos no sector da saúde e educação e o FMI nos pediu para tomarmos medidas corretivas a este tipo de comportamento que o próprio governo cometeu”, diz para depois adiantar que “ está-se tomando essas medidas correctivas. É bom que fique bem claro que ninguém está contra a entrada de qualquer que seja funcionário na administração pública mas, existem leis que precisam ser cumpridas, e se isso não acontecer, o ministério das Finanças é que paga. Sabemos o valor de ter um programa financeiro com o fundo, nesta senda, a Guiné-Bissau tem uma economia frágil e, perante esta conjuntura difícil de aumento de custo de vida que o mundo enfrenta, não pode deixar o FMI de lado”.

A missão estará no país fisicamente a partir do dia 14 deste mês para manter contatos com diferentes instituições nacionais e internacionais sediadas em Bissau.

Por: Diana Bacurim

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