A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) diz estar desapontada com os políticos guineenses e quer governo antes do dia 23 de Junho corrente. A organização ameaça sancionar quem tentar bloquear o avanço na Guiné-Bissau

A missão ministerial da CEDEAO expressou o seu desapontamento depois de várias tentativas de encontrar um entendimento entre as partes guineenses envolvidas na crise política há mais de quatro anos.

Nabi Bangura, Ministro do estado da Guine Conakry, e representante do mediador da Para a Guine Bissau, porta-voz da missão que sentaram a mesma mesa com as autoridades políticas e outras instituições para apreciar a situação política do país.

Segundo o porta-voz, a delegação notou um aumento de tensão política devido a ausência de um novo primeiro-ministro designado confirme os resultados de 10 de Março de 2019 e de um novo governo.

“A missão nota uma com grande inquietude que a falta de um novo primeiro-ministro e novo governo há mais de três meses, depois das eleições legislativas, acentuou o clima de incerteza com vista a desacreditar as eleições de Março”.

A delegação lamenta ainda a falta de progresso sobre esta questão, para o qual exortou em Abril de 2019 as partes a promover discussões construtivas e a colocar seus interesses particulares de lado para permitir que o país avance para seus desafios de desenvolvimento.

“A missão ministerial reitera seu apelo a todos os atores políticos da Guiné-Bissau, para que levem em conta, a cada um da sua parte, a medida enorme que causou ao país prejuízos devido a persistência crise”

Comité ministerial insiste também que todos os envolvidos a favoreçam uma saída da crise rápida através da nomeação, antes de 23 de Junho, do novo primeiro-ministro que o candidato será propositado pelo partido maioritário e num mesmo período dum governo.

A delegação sublinha a urgência de tomada desta decisão para e, no entanto, assegurar a estabilidade do país e ainda a preparação das eleições presidências.

A missão também pede as partes a terminarem a formação da mesa da ANP conforme aos dispositivos da lei.

A CEDEAO reitera a disponibilidade em continuar a sua cooperação com a Guiné-Bissau e apoiar o novo governo que será formado para permitir a saída da crise definitivamente e ir para o desenvolvimento e a paz.

A delegação reafirma a sua determinação a recomendar novas sanções para todos que são responsáveis de boquear o processo de normalização.

O Comité ministerial do acompanhamento de Comunidade Económica dos Estados está na sua segunda missão desde a organização das eleições em Março de 2019, cujos resultados julgados credíveis e transparente pelos observadores nacionais e internacionais e aceitado por todas as classes nacionais e internacionais.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Iasmine Fernandes

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