O Porta-Voz do Colectivo das Associações de Escolas Publicas e Privados ameaça paralisar todas as instituições públicas do país, na próxima quinta-feira (14), caso a greve dos Professores vier a consolidar

Bacar Mané, porta-voz do grupo, diz que o presente ano lectivo não pode ser nulo.

“Temos pré-aviso de greve nas mãos e queremos garantir o governo e o Presidente da República da Guiné-Bissau que, a partir de hoje (11) até quinta-feira próxima (14), que a greve vai iniciar e logo na quinta-feira nós falamos o que sabemos e o que podemos fazer e o que estamos na altura de fazer. Se a greve estiver de pé vamos fazer valer o nosso direito, vamos fazer intender de que o Estado de que a população é soberana por isso vamos paralisar todas as instituições de Estado e todo o país porque entendemos que este ano não pode ser nulo”.  

Bacar Mane, pede ao governo para usar a sua influência na negociação com os Professores mais rápido possível para chamar o sindicato para colocar o dinheiro no banco.

“É essencial para que a greve consuma a quinta-feira (dia 11 de Fevereiro de 2019), se a greve estiver de pé nós vamos fazer valer o nosso direito, vamos fazer reivindicação, vamos fazer uma marcha popular, porque damos prova disso e tiramos cerca de oito mil pessoas na rua então vamos fazer mais do que isso”  

Mané acusou o Ministério de Interior de proceder a prisão de uma “forma injusta” contra os membros da organização.

“Nossos colegas foram presos de uma forma injusta. Uma pessoa não poder ser preso porque foi ao Hospital assistir uma colega que teve incidente no momento de marcha ou destruir água ou de passagem e pegar e misturar com marchante e dizer que ele é marchante”.

Os manifestantes acusam ainda as autoridades de prenderam mais de cem pessoas. Vimos carros frente do Ministério de Interior a atirar nas pessoas e os restantes que ficaram na prisão são mais de 80 e nós que assumimos de sustentar aquelas pessoas na prisão e também de forma que foram presos e juntaram numa sala e misturaram mulheres com crianças”

O Porta-Voz do Colectivo das Associações de Escolas Publicas e Privados, Bacar Mane, disse ainda que os alunos reagiram na sexta-feira, por causa de alguns polícias na tentativa de retirar alguns políticos e, no entanto, os polícias usaram gás lacrimogénio para dispersar marchantes.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Bíbia Mariza Pereira

Imagem: Bíbia Mariza Pereira

 

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