Depois do acordo alcançado entre o governo e os três sindicatos dos professores para viabilizar o ano lectivo 2018/2019 nas escolas públicas, esta verifica-se fraca presença dos alunos e dos docentes.

Nas rondas que a Rádio Sol Mansi efectuou esta quarta-feira (9 de Janeiro) nas diferentes escolas da capital Bissau, constata-se a presença de alguns professores a leccionar mesmo com poucos alunos, noutro lado professores sentadas nas varandas e algumas salas de aulas ainda coberta da poera e desarrumada.

Entretanto, em conferência de imprensa de três sindicatos dos professores exortam o executivo liderado pelo Aristides Gomes, no sentido desbloquear mais rápido possível o salário dos professores do mês de Novembro, tendo apelado depois os professores a multiplicarem os esforços e cumprirem seus deveres.

De acordo com Domingos de Carvalho do SINAPROF a única forma de vitalizar o ano lectivo 2018/2019 é cumprimento de acordo.

“Já chega ao fim a greve e cada um de nós deve multiplicar os esforços nas suas tarefas para cumprir com os seus deveres. Queremos aproveitar esta ocasião para apelar ao governo no sentido de desbloquear o mais rápido possível o salario dos professores bloqueado no mês de novembro, como forma de facilitar os professores a chegarem ao seu local de trabalho”.

Por outro lado, Carvalho pede a intervenção do governo no sentido de devolver os horários aos professores que foram retirados e transferidos uma vez que aderirem a greve dos três sindicatos.

“Referimos região de Oio concretamente no sector de Farim, mais de 50 professores foram retirados horários e alguns transferidos para outra localidade porque aderiram a greve dos sindicatos e não só, em Gabú também há este caso”, apelou.

Recorde-se que após assinatura do acordo entre o governo e os sindicatos, o representante dos pais e encarregados de educação dos alunos, Abu Indjai, mostrou-se satisfeito com o acordo alcançado e apelou os pais a mandarem os seus educandos à escola.

De referir que as escolas públicas do país já perderam o primeiro trimestre do ano lectivo 2018/2019.

Perante este cenário cabe agora ao governo sobretudo o ministério da educação nacional, apresentar o novo calendário-escolar para recompensar os dias perdidos.

Por: Braima Sigá

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